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Berzoini e Sibá criticam circo da mídia e Jaques rebate FHC

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Pouco antes de participar da reunião do diretório nacional do PT, nesta sexta-feira (6), o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, criticou o andamento da nona fase da Operação Lava Jato ao afirmar que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, “sequer esta indiciada” e, portanto, “não dá para falar em acusações”.

 

 
 

“O que tem são ilações e tentativas de consolidar verdades antes da hora”, enfatizou Berzoini, dizendo que o tema precisa ser encarado com serenidade. “Acho que o PT já tem maturidade que saber que essa luta política muitas vezes travestida de jurídica tem que ser encarada com serenidade e tranquilidade”, concluiu.

Vaccari foi citado na Operação Lava Jato e conduzido pela Polícia Federal a prestar esclarecimentos nesta quinta-feira (5), em São Paulo.

Para o líder do PT na Câmara dos Deputados, Sibá Machado (Acre), Vaccari foi vítima de uma achaque. “Eles não tinham nada para perguntar. Não tinham nada contra o Vaccari. E só agora fizeram isso [condução coercitiva]. Qualquer militante que for achacado do partido terá nossa defesa. Se falaram contra Vaccari, tem que dizer o que é”, afirmou o deputado.

O ex-governador petista do Rio Grande do Sul Tarso Genro, que também participa da reunião, afirmou existe uma tentativa de se estabelecer “uma instabilidade artificial”. “Estão partindo para criar um espirito golpista no país. É uma situação de cerco político’, afirmou.

Para o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), o modo como Vaccari foi conduzido para depor foi estranho, sem contar o fato de o depoimento ter acontecido nas vésperas da convenção nacional do partido.

“Estão fazendo um show midiático na véspera da convenção do partido, não havia necessidade da condição coercitiva [de João Vaccari Neto]. Por que ele não foi chamado antes para depor”, disse o parlamentar.

Jaques Wagner

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, também falou sobre o caso Petrobras. Para o ministro, a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara para investigar denúncias de corrupção na estatal “pode fazer palco, mas não revelará nem um milímetro a mais do que já está revelado”.

Jaques Wagner disse que o governo está preocupado com as “dificuldades econômicas que tem para administrar”. “Quem é governo quer céu de brigadeiro, é óbvio. Mas vamos tocar a vida. Já temos dificuldades econômicas para administrar. Não vamos ficar procurando cabelo em casca de ovo. Quem gosta de CPI é oposição. Não acho bom para o país ter essa CPI, mas também não temo nada. Vão conseguir revelar algo a mais? Não”, disse ele.

Sobre o descontentamento de algumas lideranças sobre as escolhas da presidenta Dilma Rousseff em seu segundo mandato, Jaques Wagner afirmou: “O PT dizer que queria que o ministro escolhido para a agricultura tivesse uma interface maior com a agricultura familiar é próprio do jogo. Enquanto o pessoal do agronegócio iria reclamar. Isso não ia tirar a paz. Mas, como diz o Lula: a gente ganha com os que nos acompanham e governamos com estes que nos acompanharam. Não há outra regra. A pessoa serve para apoiar, mas não serve para governar? A vida é assim”.

O ministro também comentou sobre o discurso do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso de golpe por meio do Judiciário. “Pelo amor de Deus, isso entristece o currículo dele. Fiquei decepcionado. Já acabou a eleição”, advertiu.

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