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“Descoberta revolucionária em Neurociências: O Duplo Papel da Proteína RPT6 na Formação da Memória”, comenta Dr. Fabiano de Abreu Agrela

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Créditos – Foto: Divulgação / MF Press Global

“Descoberta revolucionária em Neurociências: O Duplo Papel da Proteína RPT6 na Formação da Memória”, comenta Dr. Fabiano de Abreu Agrela, Pós-Doutor em Neurociências e criador do GIP – Genetic Intelligence Project, membro da Royal Society of Biology no Reino Unido.

“Recentemente, pesquisadores da Virginia Tech descobriram uma nova função surpreendente da proteína RPT6 no cérebro, um achado que pode revolucionar a compreensão e o tratamento de distúrbios da memória”, relata Dr. Abreu.

Anteriormente conhecida por seu papel no complexo proteassoma no hipocampo, a RPT6 foi identificada como capaz de se ligar ao DNA e regular a expressão genética durante a formação da memória.

“Essa dupla funcionalidade da RPT6 oferece novas perspectivas sobre o intricado processo de formação da memória e possui potencial para intervenções terapêuticas em condições como a doença de Alzheimer e o TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático)”, explica Dr. Abreu.

Fatos-chave:

A RPT6 tem um duplo papel: faz parte do complexo proteassoma e também regula a expressão genética durante a formação da memória. Esta descoberta fornece novos insights sobre os processos de memória, podendo levar a melhores tratamentos para distúrbios da memória. O estudo da Virginia Tech pode impactar significativamente futuras pesquisas sobre Alzheimer, demência, TEPT e outras condições relacionadas à memória.
Os pesquisadores da Virginia Tech descobriram que a proteína, normalmente responsável pela manutenção no hipocampo do cérebro, atua como parte de um complexo proteico maior chamado proteassoma para destruir outras proteínas.

Entretanto, foi observado que a RPT6 se comporta de uma maneira anteriormente não detectada. “Encontramos que a RPT6 é capaz de realizar uma função completamente diferente, onde pode se ligar ao DNA e aumentar a expressão de outros genes ou proteínas durante a formação da memória”, disse Tim Jarome, professor associado de neurobiologia.

A descoberta abre novos caminhos para a exploração de como a RPT6 funciona no cérebro e como poderia ser manipulada para melhorar a memória e aliviar distúrbios da memória, como Alzheimer e TEPT.

“A expressão gênica é crucial para a formação da memória. Ela ajuda a construir as redes neurais necessárias para formar e fortalecer memórias. Ainda não entendemos por que a RPT6 tem essa dupla função ou como ela está ajudando a controlar as células que são recrutadas para formar uma memória”, afirma Jarome.

“Esta descoberta é um avanço significativo em desvendar as complexidades do cérebro e como aprendemos e armazenamos memórias”, conclui Dr. Abreu. “A longo prazo, isso poderá levar a alvos terapêuticos potenciais para controlar e melhorar a memória ou tratar memórias mal-adaptativas.”

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