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Governo Dilma investe R$ 830 mi para enfrentar a seca em SP

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As obras incluem a interligação das represas Jaguari e Atibainha e a transmissão de água da represa Billings para os sistemas Guarapiranga e Alto Tietê

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi recebido pela presidenta Dilma Rousseff para discutir a crise hídrica no estado

 

O governo federal vai financiar obras para solucionar a falta de água em São Paulo. Ao todo serão investidos R$ 830 milhões na infraestrutura de captação e distribuição dos recursos hídricos no estado. A previsão é que a iniciativa seja concluída em um ano e meio.

 

O anúncio aconteceu após reunião do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) com a presidenta Dilma Rousseff (PT), nesta sexta-feira (30), em Brasília. Essa foi a terceira reunião entre os dois após as eleições do ano passado.

 

O pacote de obras inclui a interligação das represas Jaguari – Bacia do Paraíba do Sul – e Atibainha – Bacia do Sistema Cantareira. A proposta foi apresentada pelo governo federal em dezembro de 2014. A obra foi incluída na semana passada no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. A execução será de responsabilidade da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

 

No encontro, foi aprovada também a proposta de transmitir água da represa Billings para os sistemas Guarapiranga e Alto Tietê, na tentativa de aumentar a vazão da bacia. “É uma solução rápida e importante para garantir o abastecimento”, afirmou Alckmin.

 

Segundo o governador tucano, o empenho e cooperação do governo federal é “importante e necessária” para aumentar a oferta de recursos hídricos e reduzir o consumo de água na região. “As medidas não são para este ano, mas são medidas estruturantes importantes a longo prazo”, explicou.

 

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante defendeu a adoção de parcerias entre o governo federal e os estados do Sudeste para enfrentamento do que classificou como a pior seca dos últimos anos na região e garantiu que o Executivo nacional não excitará em ajudar os governos locais para garantir o abastecimento.

 

“Nós juntos nós temos mais força para enfrentar a situação que é mais crítica”, afirmou, mas ressaltou ser de responsabilidade dos governos estaduais prezar pela segurança hídrica de cada região.

 

Racionamento – Questionado, no entanto, se o governo estadual deve anunciar o rodízio no abastecimento de água na Grande São Paulo, Alckmin não admitiu, mas também não negou. “Não há nenhuma decisão tomada. É algo que a Sabesp está estudando e monitorando permanentemente”, justificou.

 

Essa foi a mesma resposta dada sobre o uso da terceira cota do volume morto do Sistema Cantareira. “Nós temos um quadro de estabilidade e temos a terceira reserva técnica, que esperamos não ter que usar”, declarou.

 

A declaração desmente o que disse o diretor da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Paulo Massato Yoshimoto, na terça-feira (27), com o anúncio da possibilidade de instituir o regime de cinco dias sem água, para cada dois dias de abastecimento.

 

Por Flávia Umpierre, da Agência PT de Notícias.

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