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Polícia investiga se filho de 12 anos matou casal de PMs e se suicidou em SP

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Em foto de rede social, o sargento da Rota (tropa de elite da PM paulista) Luis Marcelo Pesseghini, sua mulher Andreia Regina Bovo Pesseghini e o filho deles Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 12, que foram assassinados dentro de casa no bairro da Brasilândia, na zona norte de São Paulo. O sargento e a mulher, que era cabo da PM, e o filho foram encontrados mortos nesta segunda-feira (5). Além dos três, a mãe da cabo e a irmã dela foram encontradas mortas em outra casa que fica no mesmo quintal. A polícia trabalha com a hipótese de que o garoto tenha atirado nos membros da família e depois se matado Reprodução/Facebook
Em foto de rede social, o sargento da Rota (tropa de elite da PM paulista) Luis Marcelo Pesseghini, sua mulher Andreia Regina Bovo Pesseghini e o filho deles Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 12, que foram assassinados dentro de casa no bairro da Brasilândia, na zona norte de São Paulo. O sargento e a mulher, que era cabo da PM, e o filho foram encontrados mortos nesta segunda-feira (5). Além dos três, a mãe da cabo e a irmã dela foram encontradas mortas em outra casa que fica no mesmo quintal. A polícia trabalha com a hipótese de que o garoto tenha atirado nos membros da família e depois se matado – Foto: Reprodução/Facebook

A perícia feita na casa onde cinco integrantes da mesma família foram mortos na segunda-feira (5), na zona norte de São Paulo, aponta para homicídio seguido de suicídio, segundo o coronel da PM Benedito Roberto Meira.

Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, o filho de 13 anos do casal de PMs que também foi encontrado morto, é o principal suspeito do crime. Investigadores do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) estão na manhhã desta terça-feira (6) no colégio Stella Rodrigues, na Freguesia do Ó, onde o menino estudava e aonde foi, ontem de manhã, quando os pais já estavam mortos.

“Pelo que foi encontrado no local, não tem nenhum objeto revirado. O armamento foi o mesmo em todas as mortes, não tinha calibres diferentes e não tinha sinal de arrombamento [na casa]”, afirmou Meira em entrevista nesta madrugada.

Ainda segundo o PM, o garoto era canhoto e o disparo que o matou foi feito do lado esquerdo da cabeça dele, o que poderia ser indício de suicídio.

“HÁ INDÍCIOS DE SUICÍDIO”, DIZ PM
Uma arma calibre 40, que pertencia à mãe do menino, a cabo da PM Andrea Regina Bovo Pesseghini, estava sem cinco balas e foi encontrada debaixo do corpo dele. Outra arma, um revólver calibre 32 estava na mochila do garoto, segundo reportagem da Band.

O carro de Andrea foi encontrado em frente à escola onde o menino estudava. Segundo Meira, câmeras de segurança vão poder mostrar quem dirigiu o carro até o local.

Segundo o coronel, as investigações apontam que o casal morreu na madrugada de segunda-feira enquanto dormia. O corpo de Marcelo estava ao lado dos pais.

Um bilhete na mochila do menino, porém, indica que ele teria ido à escola, o que pode indicar que a hora da morte dele é diferente da dos pais.

Porém, o coronel reforçou que a investigação não trabalha só com a hipótese de suicídio do garoto: “Nada impede que outras versões possam acontecer”.

Procurada, a Polícia Militar informou que ainda não tem posicionamento oficial sobre o caso.

Os cinco corpos estão no IML (Instituto Médico Legal) da região central de São Paulo e devem ser liberados à tarde.

Chacina deixa cinco mortos
O casal de policiais militares Luis Marcelo Pesseghini e Andreia e o filho deles Marcelo foram mortos a tiros na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Luiz Marcelo era sargento da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da polícia paulista.

Além dos três, mais duas parentes também foram mortas: a mãe da cabo e da irmã dela foram encontradas em outra casa que fica no mesmo quintal.

Os corpos das vítimas foram encontrados na tarde de segunda-feira. A polícia foi até a casa das vítimas depois de ter estranhado a ausência da policial no serviço. O sargento da Rota estaria de folga, e colegas de trabalho de um “bico” que ele fazia também estranharam a ausência.

O sargento estava há mais de 15 anos na Rota. O caso deverá ser investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil.

Do Uol, em São Paulo

 

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