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PSOL defende ‘plataforma de esquerda’ para superar crise no País

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Foto/Montagem/Arte Novo Humor

Ricardo Della Coletta/ ESTADAO

O PSOL, partido que conta com cinco deputados federais e um senador, divulgou nesta terça-feira, 10, um documento intitulado “Carta de Brasília”, no qual defende “propostas emergenciais para enfrentar pela esquerda a profunda crise que o País atravessa”.

Num ato na Câmara dos Deputados com a presença de Luciana Genro, candidata do partido à Presidência da República, foi apresentada a carta que defende 14 propostas para que o País enfrente as “dimensões política, econômica, social e ambiental da crise” pela qual o Brasil passa.

Entre elas, está a revogação das duas medidas provisórias que endureceram o acesso a benefícios trabalhistas como o seguro-desemprego e o abono salarial. “Quaisquer abusos ou ilegalidades no usufruto desses direitos devem ser tratados como exceção e não como regra”, argumenta o texto redigido pela Executiva nacional do PSOL e pelos parlamentares da sigla.

O PSOL prega ainda a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e a revogação dos aumentos do transporte público. A punição de todos os envolvidos na Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, também entra na lista de medidas defendidas pelo PSOL, assim como a proibição das empresas envolvidas de participarem em certames públicos. Os membros do PSOL também advogam pela “estatização completa” do sistema de abastecimento de água e de energia elétrica e o “fim da política de superávit primário.”

Na abertura da “Carta de Brasília”, o PSOL acusa o governo da presidente Dilma Rousseff e o PT de “se renderem totalmente aos interesses do mercado e suas imposições de ‘austeridade'”. A legenda também diz que o governo “atacou direitos sociais e previdenciários ainda no final de ano passado, cortou bilhões de reais do Orçamento dos ministérios e aumentou tarifas de energia e combustíveis, além da elevação dos preços dos alimentos, que a população mais pobre sente em seu bolso.”

“É um estelionato eleitoral que culmina num processo de descrédito do processo democrático. O ideal seria haver novas regras políticas para haver novas eleições, mas isso não se faz da noite para o dia e muito menos a partir de pedidos de impeachment de partidos como o PSDB, que é parte da mesma estrutura. O povo precisa ir às ruas”, declarou Luciana Genro, em nota encaminhada pela assessoria de comunicação do partido.

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