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PT cobra no TSE o mandato de Marta Suplicy

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A senadora formalizou sua desfiliação da legenda no mês passado

PT cobra no TSE o mandato de Marta Suplicy

O Diretório Estadual do PT de São Paulo protocolou, nessa terça-feira (26), uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reivindica o mandato da senadora Marta Suplicy, por desfiliação partidária sem justa causa. A senadora formalizou sua desfiliação da legenda no mês passado.

Em nota divulgada no início da noite, o presidente do PT-SP, Emidio de Souza, afirma que a senadora deixou o partido por “ambição política” e “oportunismo eleitoral”.

“Lamentavelmente, a senadora retribui com falta de ética e acusações infundadas, a confiança e apoio que o PT lhe conferiu ao longo dos anos”, afirma.

Para ele, Marta “desrespeita a militância que sempre a apoiou”, ao renegar a própria história e desonrar o mandato de senadora que exerce pelo PT.

Leia a nota na íntegra:

“PT protocola ação no TSE para reivindicar mandato de Marta Suplicy

O Partido dos Trabalhadores, através de seu Diretório Estadual de São Paulo e de seu Diretório Nacional, protocolou nesta terça-feira (26), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ação de decretação de perda de cargo eletivo da senadora Marta Suplicy, por desfiliação partidária sem justa causa.

Apesar dos motivos enunciados em sua carta de desfiliação, as reais razões da saída se devem à ambição política da senadora e a um oportunismo eleitoral, por isso, a senadora resolveu buscar espaços em outros partidos.

Ao contrário do que diz em sua carta, nunca o PT a isolou, estigmatizou ou cerceou suas atividades partidárias ou parlamentares. Sucessivamente prestigiada, com o apoio da militância e das direções petistas, Marta Suplicy foi deputada federal, prefeita, senadora e duas vezes ministra de Estado.

Lamentavelmente, a senadora retribui com falta de ética e acusações infundadas, a confiança e apoio que o PT lhe conferiu ao longo dos anos. Ao renegar a própria história e desonrar o mandato de senadora que exerce pelo PT, Marta Suplicy desrespeita a militância que sempre a apoiou. Ao se demitir do dever de servir ao partido pelo qual foi eleita, a senadora incidiu em renúncia tácita de mandato, renúncia lógica e auto-evidente.

Diante dos fatos, o Partido dos Trabalhadores tem inegável legitimidade para reivindicar judicialmente o cargo eletivo de Marta Suplicy, concedendo o mandato ao segundo suplente, representante do partido.

São Paulo, 26 de maio de 2015.

Emidio de Souza
Presidente do Diretório Estadual PT-SP”

Da Redação da Agência PT de Notícias

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