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Tarifas anunciadas por Trump impulsionam guerra comercial

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As principais economias do mundo reagiram à promessa dos Estados Unidos de taxar todo e qualquer carro produzido no exterior e a possibilidade de uma guerra comercial generalizada se torna cada vez mais palpável.

O novo premiê canadense, Mark Carney, reuniu o gabinete para formular uma resposta às tarifas.

Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, descreveu as tarifas como “ruins para os negócios, piores para os consumidores.”

Os europeus prometeram implementar tarifas retaliatórias caso a Casa Branca de fato implemente as barreiras comerciais.

Logo depois, Trump respondeu afirmando que iria implementar taxas ainda mais duras caso os países da comunidade europeia “penalizassem a economia americana”.

Diante do início de uma nova guerra comercial, o Ministério de Relações Exteriores da China optou por uma estratégia diferente e acusou a medida do governo Trump de violar as regras da Organização Mundial do Comércio.

Mesma postura do presidente Lula, que criticou as tarifas durante uma visita de Estado ao Japão.

Trump anunciou uma tarifa de importação de 25% contra qualquer carro, caminhonete ou peça automotiva produzidos fora dos Estados Unidos.

A medida impacta principalmente o México, o Japão, a Coreia do Sul, o Canadá e a Alemanha. Juntos, esses países exportaram US$ 474 bilhões em automóveis para a economia americana só no ano passado.

A Casa Branca afirma que as tarifas são uma vantagem competitiva para as montadoras americanas. E que elas são necessárias para reindustrializar o país. O valor de mercado das principais empresas do setor, entretanto, despencou nesta quinta-feira (27).

As ações da GM foram as mais penalizadas na bolsa americana: 7% só nesta quinta. Os papéis da Ford e da Stelantis caíram, em média, 3%.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

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