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Em um dia marcado por múltiplas tensões políticas e sinais econômicos contraditórios, o Ibovespa fechou a quinta-feira (21) praticamente estável, com leve baixa de 0,12%, aos 134.510 pontos. A volatilidade refletiu um noticiário carregado, que incluiu o avanço das investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e a divulgação de uma pesquisa eleitoral favorável ao presidente Lula.
No campo econômico, a arrecadação federal bateu recorde para julho, impulsionada pelo IOF, enquanto o consumo das famílias cresceu 4% no mês, segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Ainda assim, a intenção de consumo recuou entre os extremos de renda em agosto.
Na política, a Câmara aprovou urgência para o projeto que amplia a isenção do IR até R$ 5 mil, com votação prevista para os próximos dias.
O dólar comercial subiu 0,09%, a R$ 5,478, e os juros futuros fecharam em alta em toda a curva. Entre os destaques da Bolsa, Vale (+0,85%) e Petrobras (+0,23%) ajudaram a limitar as perdas, impulsionadas por commodities no exterior.
Mercado externo
As bolsas de Nova York fecharam no modo cautela, e o baixo volume de negócios se deve especialmente à espera pela fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, no simpósio de Jackson Hole, que acontecerá amanhã (22), em sua última participação como chefe da autoridade monetária.
O Dow Jones caiu 0,34%, aos 44.785,50 pontos; o S&P 500, -0,40%, aos 6.370,15 pontos; e o Nasdaq, -0,34%, aos 21.100,31 pontos.
Fonte: ICL Notícias


