Uma história que aquece o coração
Depois de semanas internada na UTI pediátrica da Santa Casa de Marília, a pequena Letícia Mazini, a Lelê, de 12 anos, está vencendo uma batalha que parecia impossível. Sua constante recuperação comoveu profissionais da saúde, familiares e toda a comunidade. A mãe, Nayara Mazzini, compartilhou momentos de fé, dor e esperança — e agora, de pura gratidão.
Dias difíceis, fé inabalável
Lelê chegou à Santa Casa em estado grave. Foram dias de angústia, monitoramento constante, intervenções médicas delicadas e noites em claro. Nayara, sempre ao lado da filha, tornou-se símbolo de força e amor incondicional. A equipe médica, emocionada com o caso, não poupou esforços para garantir o melhor cuidado possívEquoterapia e afeto: o toque que cura
Durante a internação, Lelê participou hoje de uma atividade especial de equoterapia, promovida pela Associação Canábica Maria Flor. A interação com o cavalo, o carinho dos profissionais e o estímulo sensorial foram fundamentais para sua evolução. Mais do que técnica, foi afeto em movimento.
A iniciativa mostrou que a saúde vai além dos medicamentos: envolve acolhimento, inclusão e humanidade.
Aplausos e lágrimas
A luta de Lelê pela vida é marcada por emoção. Profissionais da Santa Casa aplaudiram sua força, e Nayara não conteve as lágrimas. “Minha filha é um milagre. Foram dias de luta, mas ela está vencendo. Só tenho gratidão”, disse a mãe, com a voz embargada.
Reflexão que fica
A história de Lelê é um lembrete poderoso: crianças com deficiência não precisam apenas de cuidados médicos, mas de respeito, inclusão e amor. A Santa Casa de Marília, com sua equipe dedicada e projetos como o Maria Flor, mostrou que é possível unir ciência e sensibilidade.
Lelê venceu. E com ela, venceu também a esperança, a medicina humanizada e o poder do afeto. Sua cura não é apenas uma notícia — é um sopro de vida que inspira toda Marília.



