Clelia Ribeiro
Comunicação Estratégica | Relações Públicas | Assessoria de Imprensa | Social MediaComunicação Estratégica | Relações Públicas | Assessoria de Imprensa | Social Media
Quando comecei minha carreira no jornalismo, meus pais entendiam exatamente o que eu fazia: eu cobria acontecimentos, produzia reportagens, assinava matérias. Era tangível.
Mas quando migrei para a assessoria de imprensa e relações públicas… bom, aí começou o mistério!
Eles até sabem que uma pauta fechada na TV ou a entrevista de um cliente num jornal ou revista de grande circulação é motivo de orgulho — mas não fazem ideia do trabalho invisível que existe para aquilo acontecer.
E, sinceramente? Nem toda empresa/cliente que contrata esse serviço entende como essa mágica acontece. Mas esse mistério todo é porque pouca gente vê o que existe entre uma história nascer e ela ganhar espaço na imprensa. O que aparece de fato é só o final do processo.
O que não aparece é o que eu realmente faço todos os dias que é pesquisar, investigar, estruturar narrativas. Traduzir o que o cliente quer dizer e tornar aquela história em algo que o jornalista realmente considera notícia. Analisar contexto, risco e reputação. Ajustar tom, revisar mensagem, refinar argumento. Construir e renovar relacionamento com jornalistas, produtores, apresentadores, editores, podcasters e todo profissional que pode ser um bom contato com a imprensa. Acompanhar as mudanças do mercado e identificar novas oportunidades de assuntos. Criar briefing, preparar porta-voz, pensar em ângulos e ganchos para novas pautas. E sim… fazer reuniões intermináveis (e muitas vezes necessárias!).
É um trabalho de bastidor extremamente estratégico, profundo e quase sempre silencioso. E uma parte essencial dele é cultivar o relacionamento com a imprensa. E não é algo que se “ativa” apenas quando a pauta é urgente… É um trabalho que se constrói continuamente, com respeito, escuta ativa e troca de valor.
Quem me vê horas mergulhada em documentos, áudios, calls e ajustes de texto me pergunta:
“Mas tudo isso… pra uma pauta?”
Sim. Tudo isso para que aquela pauta exista!
O trabalho de comunicação que importa é aquele que, quando aparece, parece simples. Mas só parece simples porque deu muito trabalho antes.
E eu sigo apaixonada por essa parte invisível do processo do jornalismo e da comunicação no geral. É ali que mora a estratégia, é quando as reputações são construídas e/ou exaltadas, e onde eu me encontro todos os dias.
Comunicação Estratégica | Relações Públicas | Assessoria de Imprensa | Social MediaComunicação Estratégica | Relações Públicas | Assessoria de Imprensa | Social Media
A comunicação que ninguém vê (mas que faz toda a diferença)
Quando comecei minha carreira no jornalismo, meus pais entendiam exatamente o que eu fazia: eu cobria acontecimentos, produzia reportagens, assinava matérias. Era tangível.
Mas quando migrei para a assessoria de imprensa e relações públicas… bom, aí começou o mistério!
Eles até sabem que uma pauta fechada na TV ou a entrevista de um cliente num jornal ou revista de grande circulação é motivo de orgulho — mas não fazem ideia do trabalho invisível que existe para aquilo acontecer.
E, sinceramente? Nem toda empresa/cliente que contrata esse serviço entende como essa mágica acontece. Mas esse mistério todo é porque pouca gente vê o que existe entre uma história nascer e ela ganhar espaço na imprensa. O que aparece de fato é só o final do processo.
O que não aparece é o que eu realmente faço todos os dias que é pesquisar, investigar, estruturar narrativas. Traduzir o que o cliente quer dizer e tornar aquela história em algo que o jornalista realmente considera notícia. Analisar contexto, risco e reputação. Ajustar tom, revisar mensagem, refinar argumento. Construir e renovar relacionamento com jornalistas, produtores, apresentadores, editores, podcasters e todo profissional que pode ser um bom contato com a imprensa. Acompanhar as mudanças do mercado e identificar novas oportunidades de assuntos. Criar briefing, preparar porta-voz, pensar em ângulos e ganchos para novas pautas. E sim… fazer reuniões intermináveis (e muitas vezes necessárias!).
É um trabalho de bastidor extremamente estratégico, profundo e quase sempre silencioso. E uma parte essencial dele é cultivar o relacionamento com a imprensa. E não é algo que se “ativa” apenas quando a pauta é urgente… É um trabalho que se constrói continuamente, com respeito, escuta ativa e troca de valor.
Quem me vê horas mergulhada em documentos, áudios, calls e ajustes de texto me pergunta:
“Mas tudo isso… pra uma pauta?”
Sim. Tudo isso para que aquela pauta exista!
O trabalho de comunicação que importa é aquele que, quando aparece, parece simples. Mas só parece simples porque deu muito trabalho antes.
E eu sigo apaixonada por essa parte invisível do processo do jornalismo e da comunicação no geral. É ali que mora a estratégia, é quando as reputações são construídas e/ou exaltadas, e onde eu me encontro todos os dias.


