
A terça-feira (2) foi repleta de atividades para os alunos do Projeto Jornada Ampliada. Divididos em dois períodos, cerca de 700 invadiram o Novo Quebra-Mar com apresentações variadas para simbolizar a força, a criatividade e a diversidade das práticas de educação integral.
As atividades foram propostas dentro da 3ª Imersão da Educação Integral de Santos, que reuniu educadores e estudantes de todos os espaços de Educação Integral – Programa Jornada Ampliada, iniciativa que conta com 16 núcleos, 12 escolas de tempo integral e três unidades híbridas.
A comunidade escolar — responsáveis, familiares, equipes gestoras, funcionários, educadores e parceiros — foi convidada a prestigiar e participar do evento, um momento de celebração das aprendizagens, experiências e projetos desenvolvidos ao longo do ano, com apresentações artísticas, culturais e pedagógicas que expressam o protagonismo dos alunos e o compromisso coletivo com a educação pública de qualidade.

LINGUAGENS
As manifestações vibrantes transitaram em diferentes linguagens, como dança, música, percussão, flauta, capoeira, karatê, skate, circo, teatro, Libras (Língua Brasileira de Sinais), grafite, rádio e TV, além de performances de hip hop, breaking, maculelê, atividades de desenho e exposições, programação diversa, dinâmica e construída com muito empenho pelas equipes e pelos alunos.

FECHAMENTO
Para a chefe da Seção de Educação Integral, Tatiana Dip, a imersão é o momento em que os alunos fazem o fechamento do que foi aprendido no ano. “Costumamos chamar de imersão porque ocupa esse espaço da Cidade, trazemos uma porcentagem das crianças de todos núcleos e espaços para que haja a culminância do trabalho, uma pequena mostra de tudo aquilo que é desenvolvido”.

Neste ano, a Jornada Ampliada teve como tema “Africanidades e os Povos Originários”, proposto pelo Santos à Luz da Leitura. “O aluno escolhe o que apresentar baseado naquilo que mais o representava. Nossa missão é que haja o desenvolvimento pleno. Porque hoje, no tempo curto, no ensino regular, não há como desenvolver certas habilidades”, explicou Tatiana.

Para Antonella Sena dos Santos, 8 anos, da UME Leonardo Nunes (Castelo), participar da imersão foi um bom momento para dar visibilidade à inclusão. “A gente fez apresentação e falou das Libras. É sobre inclusão para todo mundo viver num mundo melhor”.

Ana Sofia, de 8 anos, da UME José da Costa e Silva Sobrinho (Piratininga), contou que a percussão é algo que faz porque gosta. “Eu gosto porque tem batuque. Vir aqui se apresentar foi muito bom!”.

Esta iniciativa contempla o item 4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Educação de Qualidade. Conheça os outros artigos dos ODS
Fotos: Francisco Arrais
Fonte: Prefeitura de Santos


