O presidente Lula com presidente da Câmara, Hugo Motta e David Alcolumbre, presidente do Senado
Da Redação do Portal GPN
O Brasil se aproxima de um dos marcos mais decisivos de sua história republicana. Não estamos diante de uma eleição comum, onde se discutem apenas modelos econômicos ou prioridades orçamentárias. O que está em jogo, de forma cristalina, é a própria sobrevivência do pacto democrático estabelecido em 1988. Nesse contexto, a coalizão liderada pelo presidente Lula, que aglutina forças de centro e centro-esquerda, não é apenas uma opção eleitoral, mas um imperativo de civilidade.
O Valor da Estabilidade Institucional
O principal mérito desta coalizão reside na sua capacidade de diálogo. Em um ambiente político fragmentado, a união de setores moderados do centro com a esquerda permite a construção de uma governabilidade que o Brasil perdeu em anos recentes. A reconstrução da economia e a atração de investimentos dependem, fundamentalmente, de previsibilidade e respeito às regras do jogo — ativos que essa frente ampla se compromete a preservar.
O Retrocesso do “Estado Racial” e do Autoritarismo
Do outro lado da trincheira, observamos uma oposição que se ancora no campo da extrema-direita anti-democrática. Este grupo não esconde sua agenda de erosão das instituições, personificada nos ataques sistemáticos ao Judiciário e na retórica golpista que culminou nos trágicos eventos que o país ainda tenta cicatrizar.
A ameaça é profunda:
- A Suzerania Política: O projeto de poder da extrema-direita frequentemente se confunde com um projeto familiar e dinástico, onde o interesse público é subjugado por interesses particulares de um clã.
- O Fantasma do Estado Racial: Sob discursos de ódio e exclusão, tenta-se implementar uma hierarquização da cidadania que fere o princípio básico da igualdade social, tratando minorias e opositores como cidadãos de segunda classe.
Um Voto pela Razão
A candidatura Lula, apoiada por esta vasta rede de alianças, representa o reencontro do Brasil com a diplomacia, com a preservação ambiental e, acima de tudo, com a dignidade do trabalhador. Não podemos permitir que o povo seja reduzido a mera “mão de obra” submetida a um regime autocrático.
Votar na coalizão democrática em 2026 é dizer não à barbárie e sim à reconstrução de um país soberano, justo e verdadeiramente democrático. É o momento de deixarmos as diferenças menores de lado para protegermos o que é maior: a nossa liberdade.


