Evento no Mercado de Flores da Ceasa celebra 251 anos da cidade com receita patenteada que marca resgate histórico
O evento Flores e Sabores de Campinas, realizado neste sábado, 12 de julho, no Mercado de Flores da Centrais de Abastecimento (Ceasa) Campinas, marcou o resgate de uma tradição gastronômica do entreposto em comemoração ao 251º aniversário da cidade. Durante o evento, foram distribuídos 170 litros da “Sopa de Cebola da Ceasa Campinas” para mais de 3 mil pessoas que visitaram o mercado.
O evento integra as celebrações do aniversário de Campinas, que completa 251 anos nesta segunda-feira, 14 de julho. A iniciativa representa o primeiro passo para o resgate da tradicional “Sopa de Cebola da Ceasa”, receita que nasceu na Ceasa Campinas e se tornou marca registrada do entreposto pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
“O Festival Flores e Sabores trouxe a gastronomia por meio da tradicional Sopa de Cebola patenteada pela Ceasa Campinas e também gerou bastante movimento para o mercado”, afirmou Dário Saadi, prefeito da cidade.
Uma receita que conta histórias
Walquíria Majeveski, presidente do entreposto, destacou a importância do resgate dessa tradição gastronômica. “A Sopa de Cebola da Ceasa Campinas é um símbolo da nossa história. Resgatar essa tradição no aniversário da cidade é uma forma de honrar nossa trajetória e fortalecer os laços com a comunidade campineira”, afirmou a presidente.
O permissionário do Mercado de Flores, Victor Camanduchy, relata ter apreciado a iniciativa “por ser uma sopa tradicional que nos faz reviver grandes momentos, além de agitar o fluxo de pessoas no nosso mercado”.
Crédito: Rogério Capela
Público pede bis da sopa famosa
A receptividade do público foi positiva. Maria da Graça, aposentada, que visitou o mercado especialmente para a ocasião, não escondeu o entusiasmo: “Essa sopa está realmente deliciosa. Vim ao Mercado de Flores hoje justamente para experimentar a famosa sopa de cebola e ainda aproveitei para fazer algumas compras. Adoraria que vocês trouxessem essa tradição de volta para a Ceasa definitivamente – por mim, podia ter sempre”, concluiu.


