A vice-presidente da diretoria executiva da Associação Comercial e de Inovação de Marília (Acim), Valéria Cristina Tamião de Oliveira, considerou abusiva a carga tributária em produtos específicos para o Carnaval. Segundo levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base em dados apurados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) para o Impostômetro, a carga tributária de itens típicos do Carnaval, como máscaras e fantasias, supera os 40%. “Isto faz com que o comerciante fique com a menor parte e o consumidor pague um valor muito elevado”, disse a dirigente indignada com os porcentuais elevados de cada produto procurado nesta época do ano no varejo em geral. “Do preço de uma fantasia de tecido, por exemplo, 45,6% são impostos embutidos”, comparou a dirigente ao acrescentar as bebidas alcoólicas, que também aparecem com destaque, sendo o uísque com 56,4% de impostos inseridos no valor final; o chope, por exemplo, atinge 44,3% somente de carga tributária.
CARNAVAL NO VAREJO ▌Impostos elevaram produtos do Carnaval, diz dirigente da Acim


