A madrugada de segunda-feira (8) foi marcada por mais um capítulo sangrento da epidemia de feminicídios que assola o Brasil. Em Agudos, interior de São Paulo, a manicure Cláudia Alencar, de 38 anos, foi executada com quatro tiros em plena via pública, após ser vista conversando com outro homem. O autor do crime? Seu ex-companheiro, tomado pelo ciúmes e pela fúria.
🔫 O assassino, identificado como C.H.N., não pensou duas vezes: foi até sua casa, pegou uma carabina calibre .22 com numeração raspada, voltou ao local e disparou contra Cláudia sem piedade. Após o crime, tentou fugir, mas capotou a caminhonete e foi preso em flagrante. Estava bêbado, segundo a Polícia Militar — o teste do bafômetro apontou 0,55 mg de álcool por litro de ar alveolar.
👩👦 Cláudia deixa um filho adolescente. Mais uma vida interrompida, mais uma família destruída, mais um nome na estatística que só cresce. O caso foi registrado como feminicídio, e o suspeito permanece preso, à disposição da Justiça.
📈 O Brasil vive uma escalada de violência contra mulheres. Casos como o de Cláudia se repetem em todo o país, revelando um padrão cruel: ciúmes, controle, posse e morte. A cada dia, mais mulheres são silenciadas por homens que não aceitam o fim de uma relação.
🗣️ A sociedade exige respostas. Não basta prender depois do crime — é preciso prevenir, proteger e punir com rigor. Porque cada feminicídio é um grito ignorado, uma denúncia abafada, uma tragédia anunciada.


