Mais uma vez, Marília ardeu em chamas por culpa da irresponsabilidade criminosa de quem vê o meio ambiente como lixo descartável. Na última quinta-feira (4), um incêndio de grandes proporções destruiu cerca de 45 mil metros quadrados de vegetação e bambuzal no Jardim Comerciários, zona norte da cidade. O fogo se espalhou rapidamente e mobilizou o Corpo de Bombeiros por horas.
🚨 O mais revoltante? Há câmeras de monitoramento ao longo da rodovia e provavelmente nas proximidades da área atingida. Ou seja, os autores podem ser identificados — se houver vontade política e institucional de punir. Mas até agora, nenhum nome, nenhuma prisão, nenhum avanço nas investigações.
🌱 Natureza queimada, impunidade preservada
O incêndio não foi acidente. A época de estiagem e o padrão de destruição indicam ação humana deliberada. E isso não é apenas vandalismo — é crime ambiental, previsto em lei, com pena de reclusão. Mas em Marília, como em tantas cidades, a punição parece sempre distante quando o alvo é o meio ambiente.
Enquanto a vegetação vira cinzas, a fumaça invade bairros, afeta a saúde de moradores e coloca em risco a fauna local. E tudo isso por quê? Por descaso, por omissão, por falta de fiscalização e por uma cultura de impunidade que protege quem destrói.
🛑 Exigimos ação imediata!
A população exige respostas: quem provocou o incêndio? Por que ainda não foi identificado? As imagens das câmeras serão usadas ou ignoradas? O mínimo que se espera é uma investigação séria, com responsabilização dos culpados e medidas preventivas para evitar novos crimes.
A natureza não pode continuar pagando o preço da negligência. E Marília não pode aceitar que criminosos ambientais sigam impunes enquanto a cidade sufoca em fumaça e silêncio.
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