CRÔNICA POLICIAL| Decapitou o desafeto e “serviu” na ceia de ano novo

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Na manhã do primeiro dia do ano, o Bairro Universitário, em Cascavel, acordou com um episódio de violência que parece saído de páginas sombrias da crônica policial. Um jovem de 19 anos, após uma briga em bar, decidiu transformar rancor em brutalidade.

Armado de faca, atacou o desafeto em uma área de mato às margens da BR-277. O corpo foi deixado ali, como testemunha muda da fúria. Mas o crime não terminou no local: o agressor decapitou a vítima e levou a cabeça em um saco de papel até uma confraternização de Ano Novo, como se fosse um troféu macabro, como se fosse servi-lo na ceia aos comensais, só que não.

Depois, retornou à rodovia e abandonou o objeto do horror às margens da BR. A Polícia Militar prendeu o rapaz ainda no mesmo dia. A Delegacia de Homicídios investiga as circunstâncias e tenta identificar a vítima, que não portava documentos.

O médico André Schier, do Corpo de Bombeiros, relatou à imprensa a cena que encontrou: violência extrema, capaz de marcar a cidade logo no início do ano.

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