Custo invisível: empresas podem estar perdendo milhões em recursos de nuvem sem perceber

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assessoria de imprensa

Falta de governança, múltiplos ambientes cloud e ausência de controle financeiro aumentam desperdício e riscos operacionais.

Empresas brasileiras estão enfrentando uma dor silenciosa e crescente: o desperdício de milhões de reais em recursos de nuvem, muitas vezes sem perceber. À medida que companhias de diversos setores expandem suas operações digitais e adotam múltiplos provedores de cloud, a falta de governança e de práticas FinOps (Financial Operations) tem se tornado um dos principais vilões da eficiência financeira corporativa.

Um estudo recente do Gartner projeta que, até 2027, 90% das empresas globais terão adotado a nuvem pública. Os investimentos nesse segmento devem atingir US$ 723,4 bilhões em 2025, um salto expressivo frente aos US$ 595,7 bilhões previstos para 2024.

No Brasil, a adoção da nuvem segue intensa, impulsionada pela busca por eficiência operacional e conformidade regulatória. Segundo a IDC, os investimentos em cloud computing no País ultrapassaram US$ 1,5 bilhão em 2024, refletindo a urgência de modernização das companhias.

Com a aceleração da digitalização, surgem também novos riscos. Sem políticas claras de controle, auditoria e otimização de consumo, empresas correm o risco de comprometer tanto o Opex (custos operacionais) quanto o Capex (investimentos de capital). “Sem FinOps, muitas companhias acabam pagando por ambientes ociosos, recursos duplicados ou mal dimensionados. É dinheiro que sai do caixa todos os meses sem que ninguém perceba”, explica Eduardo Glazar, Chief Services Officer (CSO) da Globalsys.

De acordo com o executivo, o FinOps, conjunto de práticas que une tecnologia, processos e gestão financeira, permite converter o consumo em nuvem em investimento estratégico, garantindo previsibilidade de custos e melhor retorno sobre o capital aplicado. “Nosso papel é ajudar as empresas a entenderem como a nuvem impacta diretamente o fluxo financeiro do negócio. Com governança e FinOps bem aplicados, o que era gasto passa a ser investimento com propósito”, complementa Glazar.

Boas práticas de governança digital contemplam pilares como controle de acesso, integridade de dados, backup e recuperação, e otimização de custos, reduzindo em até 40% os gastos com nuvem e fortalecendo a conformidade com regulações como a LGPD. Além de ganhos financeiros, as empresas alcançam maior segurança, previsibilidade e sustentabilidade operacional.

Empresas que desejam avaliar o nível de maturidade digital e financeira de seus ambientes cloud podem solicitar um diagnóstico gratuito com especialistas da Globalsys, identificando oportunidades reais de economia e eficiência.

E-mail: julia.ronchi@globalsys.com.br

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