A cena na Câmara Muniicpal de Natal [ leia em https://grupoportaldenoticias.com.br/rn-camara-de-natal-vereadora-brisa-denuncia-ataque-misogino-e-fake-news-no-plenario/ ] foi mais do que um ataque pessoal: foi um retrato da violência política de gênero e da degradação do debate público. A vereadora Brisa foi alvo de insinuações misóginas e de uma tentativa de associação a um episódio inexistente. Não se trata de erro, mas de método.
O método da mentira
A extrema direita encontrou na desinformação sua arma preferida. Quando falta projeto, sobra calúnia. Quando não há proposta, inventa-se um escândalo. O plenário, que deveria ser espaço de ideias e soluções, vira palco para ataques covardes.
O ataque às mulheres
Não é coincidência que os alvos sejam mulheres. A misoginia é combustível dessa estratégia: tenta-se silenciar vozes femininas, deslegitimar lideranças e transformar a política em território hostil. É grave, é perigoso, é inaceitável.
A democracia em risco
Cada fake news lançada no plenário é uma cusparada na cara da democracia. É um ultraje ao povo que espera ser representado com seriedade. É a prova de que setores obscuros preferem destruir reputações a construir soluções.
Conclusão
A reação firme da vereadora Brisa mostra que há resistência. Há provas, há registros, há testemunhas. A verdade existe e precisa prevalecer. Quem espalha ódio e falsidade precisa saber: mentir tem consequências.
A democracia não pode ser refém da misoginia nem da mentira. O Brasil merece política de verdade, não espetáculo de calúnia.


