ENTREVISTA| Adélia Mendonça — Cosmetóloga→ De “creminho básico” a tratamento completo: skincare corporal evolui e aponta tendência para 2026 

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Tecnologias, dermocosméticos avançados e protocolos regenerativos ampliam o cuidado com a pele para além do rosto

Foi-se o tempo em que o cuidado com o corpo se resumia a uma hidratação rápida após o banho. O mercado de beleza presencia agora a “skinficação” do corpo, onde os consumidores exigem o mesmo nível de tecnologia, ativos e resultados que já estão acostumados a usar no rosto. Para 2026, a tendência aponta para um skincare corporal de alta performance, focado em regeneração profunda e saúde sistêmica da pele.

“O consumidor amadureceu e percebeu que o pescoço, o colo e os membros também entregam a idade e sofrem com a poluição e o estresse. O ‘creminho básico’ deu lugar a fórmulas que realmente alteram a qualidade do tecido”, observa Adélia Mendonça, cosmetóloga e CEO da Adélia Mendonça Cosmiatria Científica Avançada.

Essa evolução é impulsionada pela biotecnologia, que trouxe ativos antes restritos ao uso facial para protocolos corporais robustos. Segundo Adélia, a barreira cutânea do corpo, por ser mais espessa e sujeita a atritos constantes, exige veículos de entrega mais sofisticados. “Não falamos apenas de maciez, mas de densidade dérmica, reorganização de fibras elásticas e proteção do microbioma. Tratar o corpo hoje é um exercício de engenharia cutânea, utilizando o que há de mais moderno na neurocosmética para promover um bem-estar que o usuário sente no toque e na aparência”, explica a pesquisadora.

Para atender a essa demanda por resultados reais e luxo sensorial, a linha Adélia Mendonça destaca soluções que já antecipam essa transição do mercado:

  • Firm’n Force Complex – é formulado com ativos de ação long lasting, que permeiam profundamente na pele, ativando o metabolismo celular, a microcirculação sanguínea periférica e melhoram a tonificação corporal, ajudando a manter a integridade da estrutura de sustentação da pele.
  • Universal Therapy Marine- é um sérum formulado em base de água glaciária de geleiras e altos teores de magnésio para uma terapia transdérmica mineral. Com extratos complexos de algas marinhas, possui uma rede de biopolímeros polieletrolíticos obtidos a partir de algas vermelhas e pardas, ácidos poliurônicos, polímeros de fucoidan e poligalactosídeos sulfatados.
  • Estriout Nanoserum- possuiu ativos que hidratam profundamente a pele, favorecendo seu equilíbrio natural e promove a manutenção da sua base de sustentação, nutrição e oxigenação. Proporciona profunda emoliência, pela associação tripla de tecnologias, com agentes de reposição lipídica: triglicerídeos essenciais, óleos vegetais orgânicos (amêndoas, abacate, jojoba e girassol) e manteiga de Karité.

A mudança de comportamento também reflete uma busca por rituais de autocuidado que funcionem como tratamentos preventivos. Adélia ressalta que a prevenção do envelhecimento corporal não precisa ser agressiva, mas deve ser constante. “A tendência para 2026 é a constância inteligente. O uso de dermocosméticos que tratam a inflamação silenciosa e estimulam o colágeno de forma natural permite que o corpo acompanhe o rejuvenescimento facial, criando uma harmonia estética completa”, pontua a especialista.

O futuro do setor, portanto, reside na personalização e na entrega de eficácia clínica em texturas sofisticadas. Ao elevar o padrão do que aplicamos do pescoço para baixo, a estética brasileira reafirma sua posição de vanguarda mundial. Como conclui Adélia Mendonça: “Cuidar do corpo com a mesma seriedade que cuidamos do rosto não é mais um luxo opcional, é o novo padrão de saúde estética. Quem entende que a pele é um órgão único e integrado já está vivenciando o futuro da beleza hoje”.

Acompanhe o trabalho da Adélia Mendonça no Instagram: @adeliamendoncaoficial

Fonte: Adélia Mendonça — Cosmetóloga | Pesquisadora | CEO da Adélia Mendonça Cosmiatria Científica Avançada

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