A cidade de Marília está em choque com a prisão de um renomado psiquiatra, Rafael Pascon dos Santos, 43 anos, acusado de uma série de crimes graves contra pacientes. Após dezenas de denúncias, que incluem abuso sexual, estupro e condutas antiéticas, a Justiça decretou sua prisão preventiva, revelando um dos maiores escândalos médicos da região.
Segundo a Polícia Civil, duas acusações formais de estupro já foram registradas, e o número de vítimas pode ser ainda maior. Os relatos são perturbadores: pacientes vulneráveis, em busca de ajuda, teriam sido alvos de violência dentro do consultório — um espaço que deveria representar acolhimento e segurança.
A defesa do médico, por sua vez, classificou a prisão como “extrema e desnecessária”, tentando minimizar o impacto das denúncias. Mas a população não se cala: o caso ganhou repercussão nacional e levanta um alerta sobre a fiscalização de profissionais da saúde mental.
O que era para ser tratamento virou trauma. O que era para ser ética virou escândalo. E o que era para ser silêncio virou grito de justiça!



A cidade exige respostas, proteção às vítimas e punição exemplar. Marília não pode ser palco de impunidade — e a sociedade não pode permitir que crimes como esses fiquem encobertos por jalecos e diplomas.


