A edição 25 da Revista Liberta já está no ar. O novo número percorre alguns dos temas que ajudam a entender o momento atual: o avanço da violência contra mulheres no Brasil, as reorganizações de poder no Congresso Nacional, disputas eleitorais que começam a se desenhar para 2026 e as tensões internacionais que recolocam o mundo diante do risco permanente de guerra.
Um dos eixos centrais desta edição é o feminicídio. No Brasil, quatro mulheres são assassinadas todos os dias. O número, repetido em relatórios e manchetes, costuma aparecer como estatística. A revista parte justamente do contrário: entender o que existe por trás desses números. Os textos discutem como a misoginia atravessa estruturas culturais, jurídicas e políticas, criando um ambiente onde a violência contra mulheres se repete de forma sistemática.
Esse debate se amplia quando a edição pergunta: quem está ensinando nossos meninos a odiar? A pergunta não aponta apenas para indivíduos, mas para um ambiente social onde discursos de violência e ressentimento se normalizam. A revista examina como essa cultura se forma, quem se beneficia dela e quais são as consequências para a sociedade.
No cenário internacional, a edição analisa as decisões do governo Donald Trump no Oriente Médio e os riscos de escalada militar na região. A política externa norte-americana volta ao centro da discussão sobre equilíbrio global de forças, enquanto o tema das armas nucleares reaparece como lembrança incômoda de que a lógica da dissuasão continua organizando a política internacional.
Em Brasília, as colunas acompanham os bastidores de um sistema político que já começa a se mover pensando nas eleições de 2026. A tentativa de federação entre União Brasil e PP mostra como o controle do fundo partidário e das estruturas eleitorais segue sendo uma das principais disputas de poder dentro do Congresso.
O avanço das investigações envolvendo o Banco Master também movimenta o ambiente político. O caso provoca tensão entre lideranças parlamentares e levanta questionamentos sobre os efeitos institucionais que suas revelações podem produzir.
Outro movimento observado pela revista envolve a reorganização das forças dentro da Câmara dos Deputados. Projeções eleitorais e cálculos partidários indicam que novas bancadas podem alterar o equilíbrio político da próxima legislatura, redefinindo quem terá capacidade de influenciar a agenda nacional.
A edição reúne textos de Juca Kfouri, Leonardo Boff, Márcia Tiburi, João Cezar de Castro Rocha, Luís Costa Pinto e outros articulistas que examinam, a partir de diferentes perspectivas, os conflitos e as estruturas de poder que moldam o Brasil e o mundo.
Parte do conteúdo desta edição está disponível para não assinantes.
Fonte: ICL Notícias


