“Trapalhadas jurídicas, gestão non sense e um governo que dança no vai da flauta”
Marília vive um dos momentos mais caóticos de sua história política recente. O que deveria ser uma gestão comprometida com o bem-estar da população virou um espetáculo de improviso, onde cada ato parece mais desconexo que o anterior. A cidade, que clama por ordem e progresso, assiste perplexa a um governo que se desmancha como castelo de areia na maré da verdade.
Trapalhadas jurídicas em série
A anulação da concessão do DAEM é apenas a cereja do bolo. Um decreto que tenta apagar um contrato legalmente firmado, sem respaldo jurídico claro, e que pode custar milhões aos cofres públicos em ações indenizatórias. A RIC Ambiental, concessionária legítima, deve judicializar o caso — e quem vai pagar a conta? O povo, claro.
Gestão sem norte, sem compromisso
O que se vê é uma administração que carimba despesas sem se preocupar com a receita, exceto quando o assunto é sangrar o contribuinte. A reforma tributária municipal, com aumento do IPTU, foi empurrada goela abaixo — mas cinco vereadores da base governista disseram “basta” e votaram contra. Resultado: a base ruiu, e o governo perdeu sustentação política.
Secretários caem como peças de dominó
Nomes surgem e desaparecem como personagens de novela ruim. Secretários “vindos Deus sabe de onde” assumem pastas sem preparo, sem plano, sem rumo. A rotatividade virou rotina, e a instabilidade é a única constante.
Turismo em meio à crise
Enquanto a cidade enfrenta uma grave crise política, econômica e social, autoridades embarcam em viagem para o outro lado do mundo, como se Marília estivesse em condições plenas e aceitáveis de qualidade de vida para sua população. A mesma população, por sua vez, oprimida, enganada por falsos discursos políticos, cansada de promessas vãs, que enfrenta filas na saúde, buracos nas ruas e abandono nos bairros.
Bastidores em guerra, poder em disputa
Nos corredores do poder, o clima é de guerra fria. Disputa por cargos, vaidades infladas, traições políticas e alianças desfeitas. O que era para ser um governo coeso virou uma Torre de Babel, onde ninguém se entende e todos falam línguas diferentes. É isso o que temos na realidade?
Marília pede socorro
O resumo da ópera é claro: descontrole total. A cidade está à deriva, sem comando, sem planejamento, sem respeito ao cidadão. A gestão atual parece mais preocupada em manter aparências do que em resolver problemas. E como toda estrutura sem base, está prestes a ruir.


