GP do Brasil: Erika Hilton pede investigação sobre venda de ingressos

Compartilhe:


A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) pediu, nesta segunda-feira (17/11), que a Secretaria Nacional do Consumidor investigue a atuação da Eventim na venda de ingressos do GP do Brasil de Fórmula 1 de 2026.

A nova fase de comercialização, voltou a se esgotar em poucos minutos e reacendeu críticas sobre a falta de clareza no processo e a instabilidade do sistema.

Após inúmeras reclamações e denúncias recebidas pelo meu mandato, estou solicitando que a Secretaria Nacional do Consumidor investigue a venda de ingressos para o GP de São Paulo.

Novamente, a Eventim levou o caos e a confusão por onde passou. Dessa vez, o alvo foi a Fórmula 1.… pic.twitter.com/1SONmwTSOT

— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) November 17, 2025

Erika afirma que seu gabinete recebeu um grande volume de queixas desde o início da manhã. Segundo ela, os relatos vão desde falhas na plataforma até suspeitas de direcionamento de ingressos para revendas e bots automatizados.

“Após inúmeras reclamações e denúncias, estou solicitando que a Senacon investigue a venda de ingressos para o GP de São Paulo. Novamente, a Eventim levou o caos e a confusão por onde passou”, declarou a parlamentar.

A deputada também questionou a lógica do esgotamento quase instantâneo de bilhetes, especialmente considerando o tamanho do evento. “Não é normal que todos os ingressos de um evento que recebe cerca de 300 mil pessoas estejam esgotados sete minutos depois do início das vendas. É preciso entender se parte das entradas foi reservada para cambistas, plataformas digitais de revenda ou lotes futuros mais caros”, afirmou.

A venda desta segunda-feira foi a terceira fase de comercialização. As duas anteriores foram exclusivas para clientes Porto Bank e Amex, que também tiveram esgotamento rápido.

A deputada destacou ainda que o grande prêmio envolve recursos públicos elevados, tanto na manutenção do contrato da Fórmula 1 quanto na requalificação do Autódromo de Interlagos. Para ela, isso torna a cobrança ainda mais necessária.

“São mais de R$ 130 milhões por ano pagos para manter a etapa em São Paulo, além de investimentos de centenas de milhões no autódromo. Um setor que recebe tanto apoio público precisa operar com as melhores práticas comerciais possíveis”, completou.





Metrópoles

Outras Notícias

Domínio Global Consultoria Web