HERÓI DO JIU-JITSU: EX-LUTADOR DE MMA SALVA PINSCHER DE ATAQUE DE PITBULL COM “MATA-LEÃO”

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Um vídeo que circula nas redes sociais e impressiona pela frieza e técnica mostra o momento exato em que um ex-lutador de MMA precisou entrar em ação para evitar uma tragédia na Baixada Santista. Para salvar um pequeno Pinscher que estava sendo atacado por um Pitbull, o profissional utilizou uma das técnicas mais conhecidas das artes marciais: o mata-leão.

O incidente ocorreu nesta terça-feira (17) e reacendeu o debate sobre a responsabilidade de tutores e o manejo de raças consideradas fortes em ambientes públicos.

O Momento do Ataque

As imagens mostram o Pitbull avançando contra o Pinscher, que não tinha qualquer chance de defesa. Ao perceber que o ataque poderia ser fatal, o ex-atleta não hesitou. Com precisão técnica, ele envolveu o pescoço do animal agressor, aplicando a pressão necessária para que o Pitbull soltasse a presa, mas sem causar danos permanentes ao cão.

“Foi instinto aliado ao treino. Eu vi que o pequeno não ia aguentar e precisei intervir da única forma que eu sabia que seria eficiente e segura para ambos”, relatou o ex-lutador após o ocorrido.

Técnica vs. Força Bruta

Especialistas em comportamento animal e instrutores de defesa pessoal destacam que a atitude foi extremamente arriscada para uma pessoa leiga, mas, no caso de um profissional de MMA, a técnica permitiu o controle da situação. O “mata-leão” interrompe momentaneamente o fluxo sanguíneo ou de oxigênio, forçando o animal a relaxar a mandíbula por instinto de preservação.

Responsabilidade Civil

Apesar do desfecho heroico, o caso serve de alerta. Segundo o Código Civil, o dono ou detentor do animal ressarcirá os danos por este causados, se não provar culpa da vítima ou força maior. Em locais públicos, o uso de guia e, dependendo da raça e legislação local, a focinheira, são itens obrigatórios de segurança.

O Pinscher foi levado a uma clínica veterinária e, apesar dos ferimentos e do susto, seu quadro é estável. O dono do Pitbull foi identificado e o caso deve ser acompanhado pelas autoridades locais para verificar se houve negligência na condução do animal.


EDITORIAL GPN: A bravura do ex-lutador evitou o pior, mas a verdadeira segurança nasce da responsabilidade dos tutores. Ter um animal de grande porte exige consciência e equipamentos de segurança. Hoje, a técnica salvou uma vida, mas a prevenção ainda é o melhor “golpe”.

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