A ministra Gleisi Hoffmann, saiu em defesa da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, após críticas ao decreto que formaliza sua atuação em ações sociais do governo. Segundo Gleisi, não há qualquer irregularidade ou ilegalidade na medida, que apenas reconhece oficialmente o trabalho que Janja já vinha desempenhando.
Decreto não cria cargo nem salário
Gleisi foi enfática: “O decreto não cria cargo, não dá salário, não dá função pública. Apenas formaliza a atuação da primeira-dama em ações sociais, como sempre ocorreu em outros governos.” A líder petista lembrou que primeiras-damas historicamente participam de iniciativas sociais, e que Janja tem se dedicado a temas como combate à fome, proteção animal e direitos das mulheres.
Ataques são motivados por preconceito
Para Gleisi, as críticas à atuação de Janja têm raízes misóginas e preconceituosas. “É uma mulher atuante, inteligente, que incomoda justamente por isso. Querem calar quem tem voz e compromisso com causas sociais”, disparou.
Apoio dentro do governo
O Palácio do Planalto também reforçou que o decreto apenas organiza institucionalmente a colaboração da primeira-dama, sem qualquer impacto orçamentário ou atribuição de poder formal. A medida foi publicada no Diário Oficial e detalha que Janja atuará em articulações com ministérios e entidades da sociedade civil.


