“Quando governar vira punir, e o povo paga a conta”
Em Marília, o que se vê não é apenas uma gestão equivocada — é uma política impiedosa, marcada por perseguições, retaliações e um projeto que escancara a desigualdade social. O recente aumento do IPTU, aprovado sob protestos, é mais que uma medida fiscal: é uma transfusão de recursos dos mais pobres para os ricos e especuladores que há décadas dominam o mercado imobiliário da cidade.
Um projeto que sangra os humildes
O projeto aprovado pelo governo municipal impõe um impacto brutal no orçamento das famílias marilienses. Enquanto os ricos podem arcar com os altos custos e até lucrar com a valorização artificial de terrenos e imóveis, os mais pobres — que mal têm o que comer — são obrigados a pagar a conta. É uma política que cria abismos, não pontes. Que concentra renda, não distribui dignidade.
Vereadores independentes, cargos cassados
Cinco vereadores, em gesto de coragem e compromisso com o povo, votaram contra o projeto. E como resposta, o governo municipal retaliou, exonerando seus indicados em cargos comissionados. Uma vingança política explícita, que revela o desprezo pela democracia e pela pluralidade de ideias. O recado é claro: quem não se curva, é punido.
Esquecem que a maldade não é eterna
O governo municipal parece esquecer que a maldade não é para sempre aos olhos de Deus. A política do medo e da perseguição pode funcionar por um tempo, mas não resiste à consciência desperta de um povo que já não aceita ser tratado como massa de manobra. A impiedade administrativa tem prazo de validade — e os reflexos já se desenham em 2026, com a perda de apoio popular, e em 2028, quando a reeleição estará longe de ser garantida.
Enquanto Marília sofre, suas autoridades passeiam
Em meio ao abandono da cidade — ruas esburacadas, saúde precária, escolas sucateadas — as autoridades preferem viajar para o outro lado do mundo do que enfrentar os problemas reais. O povo vê, sente e reage. A indignação cresce, e a memória política será implacável.
O povo acordou
Marília não é mais a cidade adormecida. O povo acordou, e não vai mais tolerar um governo que governa para poucos, persegue os justos e abandona os muitos. A política da vingança tem data de validade — e ela está se aproximando.


