A obra da Casa da Mulher em Marília simboliza anos de abandono e descaso. O atual prefeito critica o antecessor, mas seu discurso soa vazio, já que prometeu investigar as contas públicas e nada fez. O vice reforça a incoerência ao ter barrado CPIs contra o ex-prefeito que agora é alvo de críticas.
📌 Crítica ao abandono da obra
- A Casa da Mulher deveria ser um espaço de acolhimento e proteção, mas ficou anos paralisada por falta de prioridade política.
- O abandono não é apenas físico: é um desrespeito às mulheres que aguardam políticas públicas efetivas.
- A retomada anunciada agora vem carregada de discurso, mas sem assumir responsabilidades pelo atraso histórico.
🗣️ Crítica ao discurso vazio do atual prefeito
- O prefeito atual insiste em culpar o ex-prefeito, mas não apresentou resultados concretos em relação às promessas de devassa nas contas públicas.
- O discurso se limita a bravatas demagógicas, mais voltadas para a plateia do que para a solução real dos problemas.
- A retórica de “anos de descaso” soa como jogo de cena, já que não houve transparência nem investigação efetiva.
🤝 O papel do vice-prefeito Rogerinho
- O hoje vice, foi um dos principais defensores do ex-prefeito quando ocupava a Câmara.
- Ele votou contra dezenas de pedidos de CPIs, blindando a gestão anterior.
- Agora, ao lado do atual prefeito, participa de um discurso que contradiz sua própria atuação passada.
🎭 O jogo político de faz de conta
- A cena política local lembra um roteiro de cinema, onde oposição e situação trocam papéis conforme a conveniência.
- No “escurinho do cinema” sempre há um beijo de anis entre os políticos — alianças veladas, acordos de bastidores e discursos para “inglês ver”.
- O resultado é uma população cansada de promessas e sem confiança na classe política.
Em suma, a crítica central é que tanto o abandono da obra quanto o discurso atual revelam um ciclo de incoerência e demagogia. A Casa da Mulher virou palco simbólico desse jogo político, onde quem deveria proteger e servir acaba apenas encenando.


