Legenda→ Gustavo Perissoto de Oliveira, de 25 anos – Foto: reprodução/ redes sociais.
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O delegado Ariovaldo Torrieri responsável pela investigação do atropelamento que deixou uma mãe ferida e matou seu filho de apenas 6 anos em Bonfim Paulista afirmou que “qualquer exame seria ineficaz” para determinar a real responsabilidade do motorista que atropelou as vítimas e fugiu do local.
O crime brutal ocorreu no dia 1º de janeiro, quando o menino e sua mãe caminhavam pelo acostamento de uma via de acesso à Rodovia José Fregonezi. Um carro saiu da pista e atingiu os dois por trás, jogando-os ao chão. O menino, identificado como Guilherme da Silva Maia, chegou a ser socorrido em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu três dias depois no hospital. A mãe sofreu fraturas graves no corpo e ainda luta pela vida.
Câmeras de segurança registraram o atropelamento, e testemunhas afirmaram que chamaram o motorista após a colisão, mas ele continuou dirigindo sem prestar socorro.
O suspeito, um jovem de 25 anos, se apresentou espontaneamente à Polícia Civil, negou ter ingerido álcool e disse que se distraiu com o sistema multimídia do carro — além de afirmar que achou ter colidido com uma proteção da via, motivo pelo qual teria deixado o local.
Mesmo diante do sofrimento da família e das imagens claras do acidente, o delegado disse que exames periciais não seriam capazes de revelar com precisão o que aconteceu, complicando a comprovação de culpa do motorista.
O caso segue em investigação, sob forte comoção pública, com muitas dúvidas sobre a responsabilização do condutor que fugiu após o crime.


