A vingança veio a jato! Após a derrota da Medida Provisória que mudaria regras de impostos, o governo não perdeu tempo: iniciou uma verdadeira limpa nos cargos ocupados por aliados dos 251 deputados que votaram contra a proposta. A ordem nos bastidores é clara — quem não está com o Planalto, está fora!
Demissões em série e recado direto
Segundo apuração da colunista Raquel Landim, as exonerações começaram ainda no fim de semana e atingiram indicados em órgãos como o DNIT, Funasa e Codevasf. O recado é direto: traição política não passa impune. A estratégia é pressionar parlamentares a reverem suas posições em futuras votações.
Cargos viram moeda de troca
Com a MP derrotada por ampla margem, o governo decidiu usar os cargos como ferramenta de retaliação e barganha. A mensagem nos corredores de Brasília é que a fidelidade será cobrada com sangue frio — e quem vacilar, perde espaço.
Crise expõe rachaduras na base
A ofensiva escancarou a fragilidade da base aliada e acendeu o alerta vermelho no Palácio do Planalto. A MP dos impostos era considerada crucial para o equilíbrio fiscal, e a derrota foi vista como um sinal de descontrole político.


