Um verdadeiro show de contradição marcou a sessão da Câmara Municipal de Curitiba na última terça-feira (9). O vereador Eder Borges (PL) protagonizou uma cena inusitada ao votar contra a própria emenda, deixando colegas e público em choque.
O Caso
- A proposta de Borges alterava o prazo para nova contratação temporária: de 40 dias para sete meses.
- Em plenário, o vereador justificou inicialmente que buscava “maior segurança jurídica” para o processo.
- Mas, ao perceber que a emenda recebeu apoio da vereadora Camila Gonda (PSB) e da bancada do PT, mudou de posição e votou contra.
⚡ Contradição escancarada
A cena virou espetáculo político:
- Borges se contradisse diante das câmeras e microfones.
- Camila Gonda leu trechos da justificativa assinada pelo próprio vereador, questionando se ele sequer conhecia o texto que apresentou.
- O plenário virou palco de ironias e constrangimento.
O Impacto
O episódio expôs a fragilidade do discurso e a incoerência política: um vereador que defende uma ideia, mas recua apenas porque a oposição concordou. O resultado foi um auto-desmentido histórico, digno de manchete tabloide.


