🍇 Coluna “Açaí e Política” – Marília

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1️⃣ Ranking do Agronegócio Marília pontuou no Ranking Paulista do Agronegócio. Palmas para os servidores da base que fazem o trabalho pesado. Já os políticos, claro, apareceram só na foto da vitória.

2️⃣ Prefeito incentivador Vinícius Camarinha foi rápido em capitalizar o mérito. Incentivo é importante, mas convenhamos: sem técnicos abnegados, a política só entrega discursos.

3️⃣ Estradas rurais Mutirão para liberar acessos no distrito de Dirceu. A prefeitura correu para apagar incêndio (ou melhor, remover árvores). Gestão preventiva? Fica para outro dia.

4️⃣ Erosão urbana A Alameda Joaquim Cavina interditada por erosão. A cidade parece sempre em modo “remendo”. Planejamento urbano virou sinônimo de improviso.

5️⃣ Reunião de secretários A 10ª reunião de secretários encerrou o ano. Muitas metas, muitos powerpoints. O problema é que a população não vive de slides, mas de resultados.

6️⃣ Dívidas municipais Mutirão para renegociação de débitos. Boa iniciativa, mas soa como “Black Friday da inadimplência”. O contribuinte agradece, mas o caixa da prefeitura continua magro.

7️⃣ Unimar reconhecida A universidade foi certificada como “Lugar Incrível para Trabalhar”. Enquanto isso, o funcionalismo público sonha com condições parecidas. Ironia: o privado dá exemplo, o público fica devendo.

8️⃣ Saúde em ação Marília realizou 34 cirurgias eletivas no mutirão estadual. Um alívio para quem esperava há meses. Mas não deixa de ser remendo: o SUS deveria funcionar sem precisar de mutirões.

9️⃣ Educação técnica A Fatec vai ganhar nova sede no Univem. Ótima notícia. Só faltou combinar com os estudantes como vão arcar com os altos custos do transporte, vez que antes a Fatec era no centro e próxima do Terminal Rodoviário.

🔟 Segurança pública Operação do Gaeco contra o crime organizado. A cidade respira aliviada, mas também assustada: se precisa de operação especial, é porque o problema já cresceu demais.

📢 Conclusão da coluna

Marília fecha o ano com conquistas e tropeços. Entre técnicos que carregam a cidade nas costas e políticos que correm para posar nas fotos, fica claro: o açaí é doce, mas a política local continua com aquele gosto meio azedo.

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