Foto do senador Espiridão Amin, relator no Senado do Projeto da Dosimetria – (foto de Antonio Cruz, ABr)
O chamado Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado em manobra acelerada no Senado, é mais do que uma simples alteração legislativa. É uma ferida aberta na democracia brasileira.
Um ultraje ao povo
Esse projeto não nasceu do diálogo com a sociedade, nem da escuta das necessidades reais da população. Ele foi gestado em gabinetes distantes, por homens que pactuam com valores obscuros, alheios ao sofrimento cotidiano do povo.
- É uma cusparada na cara da bandeira nacional, que deveria simbolizar justiça e igualdade.
- É um ultraje ao povo brasileiro, que vê suas instituições sendo manipuladas para atender interesses particulares.
A manobra
A tramitação foi marcada por atropelos regimentais, redução artificial de prazos e ausência de debate.
- O Senado agiu como se fosse um clube fechado, ignorando o princípio do bicameralismo e o devido processo legislativo.
- Essa pressa não é inocente: ela atende a objetivos políticos imediatos, em detrimento da democracia.
O perigo institucional
O PL da dosimetria não é apenas uma mudança técnica. Ele interfere diretamente em processos criminais que envolvem figuras poderosas, fragilizando o sistema de justiça e colocando em risco a credibilidade das instituições.
- É uma tentativa de blindagem política travestida de reforma legal.
- Um golpe contra o equilíbrio entre os poderes.
O Brasil não pode aceitar que sua democracia seja tratada como moeda de troca. O PL da dosimetria é uma facada na democracia, perpetrada por homens maus, distantes da população, que agem contra os interesses da nação.
É hora de resistência. É hora de lembrar que a bandeira verde e amarela não pertence a eles, mas ao povo brasileiro.


