O que era para ser um passeio tranquilo em família virou um pesadelo em alto-mar. No último sábado (23), Bruno Silva Dias, morador de Matão, enviou um desesperado pedido de socorro antes de sua lancha afundar violentamente no litoral de São Paulo.
🆘 “Misericórdia, a gente afundou! A lancha virou, estamos grudados na boca dela!” — foi o grito angustiado de Bruno, captado por um proprietário de marina no Guarujá, que imediatamente acionou o Grupamento de Bombeiros Marítimo e a Marinha do Brasil.
A bordo estavam seus pais, Lucídio Francisco Dias e Maria Aparecida da Silva Dias. O que se seguiu foi uma corrida contra o tempo: a Força Aérea Brasileira entrou nas buscas, e na terça-feira (26), o corpo de Maria Aparecida foi encontrado. Lucídio e Bruno continuam desaparecidos, deixando familiares e amigos em agonia.
🌊 A embarcação foi localizada em São Sebastião, mas o mistério permanece: o que causou o naufrágio? Por que a lancha estava “pulando muito”, como Bruno relatou antes do acidente?
⚠️ Este caso escancara os perigos ignorados em passeios marítimos e levanta questões sobre segurança, fiscalização e preparo. Uma família destruída, uma cidade em luto, e uma tragédia que poderia ter sido evitada.
📌 A dor de Matão agora ecoa pelo litoral paulista. E o Brasil acompanha, com o coração apertado, a busca por respostas — e por justiça.


