A Polícia Civil do Rio Grande do Sul confirmou: os pedaços de corpo espalhados por Porto Alegre pertencem a Brasília Costa, de 65 anos, conhecida como “Bia” pelos mais próximos. A vítima era manicure, divorciada e sem filhos, morava na zona norte da capital gaúcha e levava uma vida discreta.
🧳 O horror começou quando funcionários da rodoviária da cidade abriram uma mala abandonada no guarda-volumes e encontraram o tronco da vítima. Dias depois, mais partes do corpo foram achadas em diferentes pontos da cidade. Até agora, o crânio ainda não foi localizado.
👤 O principal suspeito é Ricardo Jardim, publicitário de 66 anos, que teria conhecido Brasília em um abrigo durante a enchente de 2024. Eles estavam juntos há cerca de seis meses. Segundo a polícia, ele cometeu o crime para afrontar a sociedade e ainda tentou movimentar contas bancárias da vítima, o que levanta suspeita de motivação financeira.
🧱 O delegado Leandro Bodóia foi direto: “Este homem não pode estar em convívio com a sociedade. Tem altíssima capacidade de cometer crimes.” E o histórico confirma: em 2018, Ricardo foi condenado por matar e concretar o corpo da própria mãe, mas ganhou progressão de pena e estava em regime semiaberto quando se tornou foragido.
🚨 O caso chocou o estado e reacende o alerta sobre reincidência criminal e falhas no sistema de monitoramento de condenados perigosos.


