A TRAIÇÃO DO CLÃ — A RASTEIRA POLÍTICA CONTRA FABIANA CAMARINHA E O DESPREZO PELO LEGADO

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Com a inegebilidade do ex-prefeito Abelardo Camarinha e face ao trabalho gigantesco da vereadora Fabiana Camarinha seria natural e louvável que ela o sucedesse como pré-candidata ao parlamento paulista. Desejo de Camarinha pai que por uma série de fatores que merecerão recursos junto aos tribunais, se assim pretender agir, não lhe restou conforme decisão judicial, por ora, apresentar-se como tal.

Afinal, se Marília é o que é, muito se deve as suas três gestões de prefeito. A primeira quando seu filho, atual prefeito, ainda era uma criança de colo. Fabiana Camarinha, portanto, mercê de suas qualidades políticas inquestionáveis, do apreço que lhe tem a comunidade e da sua história de longa data de convivência com o clã Camarinha, até pelo fato de estar casada há muito tempo com o patriarca da família, de fato se faz a legítima ocupante do espaço político que está em claro.

Não apareceu até aqui ontem, de paraquedas, importada, para tentar pegar carona na máquina e sair a galope em disparada montada no oportunismo eleitoreiro. Porém, na vida, tudo tem seu preço, seu valor, diria o cantor Fábio Junior.

O cenário político de Marília assiste, com uma mistura de espanto e indignação, a uma das manobras mais baixas e desprovidas de ética da história recente do clã Camarinha. Onde já se viu uma vereadora com a legitimidade e o trabalho de Fabiana Camarinha, verdadeira detentora e defensora do legado político do deputado Abelardo Camarinha, sofrer uma “rasteira” sem precedentes dentro da própria estrutura que ela ajudou a sustentar?

A importação de uma “candidatura fake” ou de outra figura feminina para ocupar o espaço que, por direito de luta e serviço prestado, pertence a Fabiana, é um insulto à inteligência do eleitor e uma prova da soberba que consome parte da classe política. Estão tentando apagar a trajetória de quem esteve no “front”, enfrentando as batalhas reais pela cidade, em troca de uma armação de bastidores que visa apenas a manutenção do poder pelo poder.

1. A LEGITIMIDADE RIFADA PELA CONVENIÊNCIA

Fabiana Camarinha não é apenas um sobrenome; ela é a face do trabalho social e da interlocução com as bases que sustentam o camarinismo em Marília.

  • A Traição: Ignorar sua candidatura em favor de uma “importação” política é um ato de misoginia funcional e desrespeito profissional. Onde fica a lealdade de quem, no momento de definir o futuro do clã, opta por “rifar” quem tem o voto e o carinho do povo?
  • Ostracismo Planejado: Tentam empurrar Fabiana para o isolamento político, acreditando que a “máquina” do sobrenome é maior que o trabalho individual da vereadora. É um erro de cálculo que a política de Marília, que não dá voltas, mas capota, costuma cobrar caro.

2. POLÍTICAGEM DE RASTEIRAS E ARMAÇÕES

A Candidata “Importada”: Buscar alguém de fora ou fabricar uma liderança do dia para a noite para substituir quem tem história é o ápice da desídia com o eleitorado. É tratar a prefeitura como um herança de família que pode ser transferida conforme o humor do “DETENTOR DO PODER NA ATIVA” ou dos interesses de quem quer surfar na onda.

  • Messianismo e Mentira: Vendem uma unidade que não existe mais. A “Cidade Símbolo de Amor e Liberdade” está vendo a liberdade de Fabiana ser cerceada pela própria “família” política que ela defendeu.

3. ATENTAI, MARÍLIA: QUEM TRAI OS SEUS, TRAIRÁ O POVO!

O Portal GPN acompanha com lupa esse movimento. Se são capazes de dar uma rasteira em quem é sangue do seu sangue político e dona de um legado legítimo, o que não farão com o cidadão comum após as eleições? Fabiana Camarinha representa a resistência contra esse tipo de política de gabinete, fria e calculista, que coloca o projeto pessoal acima da justiça e do reconhecimento.

A “fúria” por manter o controle do tabuleiro levou o clã a cometer um erro ético fatal: desprezar a lealdade. O eleitor de Marília, que não aceita ser enganado por “fakes”, saberá reconhecer quem realmente esteve ao seu lado nos momentos de calvário.


💬 Você acha justo que uma vereadora com trabalho prestado seja trocada por uma candidatura “fabricada” de última hora?

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