AUTORIDADES OMISSAS| Acidente fatal reacende alerta sobre trecho perigoso da SP-294 em Marília

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Mais uma tragédia registrada na SP-294, nas proximidades do Distrito de Padre Nóbrega, volta a expor a insegurança de um dos trechos mais críticos da região.

Na noite desta sexta-feira (10), por volta das 22h, Regiane da Silva Prates, de 39 anos, perdeu a vida em um grave acidente. Segundo informações, ela conduzia uma motocicleta Honda Biz quando colidiu na traseira de uma carretinha acoplada a um Volkswagen Pointer. Com o impacto, a vítima caiu na pista e acabou sendo atropelada por um Hyundai Creta. A morte foi constatada ainda no local.

O corpo será velado em Padre Nóbrega, onde também ocorrerá o sepultamento.

Trecho marcado por tragédias

O acidente reacende um alerta antigo e recorrente: o alto número de ocorrências graves nesse ponto da rodovia. Moradores e motoristas que utilizam a via frequentemente relatam a periculosidade do trecho, que ao longo dos anos já contabiliza dezenas de mortes.

Falta de iluminação adequada, sinalização insuficiente e fluxo intenso de veículos estão entre os fatores frequentemente apontados como contribuintes para os acidentes.

Cobrança por ações efetivas

Diante de mais uma vida perdida, cresce a cobrança para que autoridades competentes adotem medidas concretas para melhorar a segurança viária no local. Especialistas defendem intervenções como:

  • reforço na sinalização horizontal e vertical
  • melhoria na iluminação
  • fiscalização mais rigorosa
  • possíveis adequações estruturais na rodovia

Para a população, não se trata mais de um caso isolado, mas de um problema crônico que exige solução urgente.

Dor e indignação

A morte de Regiane se soma a uma estatística que continua crescendo e que, para muitos, poderia ser evitada com ações preventivas mais eficazes. O sentimento entre moradores é de tristeza, mas também de indignação diante da repetição de tragédias em um mesmo ponto.

Enquanto isso, familiares e amigos se despedem de mais uma vítima, e a sociedade volta a questionar: até quando esse trecho seguirá sendo cenário de mortes?

A resposta, mais uma vez, depende de ações concretas — antes que novas tragédias aconteçam.

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