Sem prazo definido para conclusão, professores, funcionários e alunos seguem expostos em prédios sucateados e sem alvará de funcionamento, o que exige atenção e cobrança da comunidade.
Situação das Escolas Estaduais em Marília
- Decisão judicial: a Justiça de Marília determinou que o Estado deve agir com urgência para adequar as escolas às normas de segurança.
- Problema central: muitas unidades não possuem AVCB, documento obrigatório que atesta condições mínimas de segurança contra incêndios.
- Sucateamento histórico: a precariedade das estruturas é resultado de anos de abandono e falta de investimentos consistentes.
Impactos diretos
- Risco à vida: sem alvará dos bombeiros, alunos e professores ficam vulneráveis em caso de incêndio ou emergência.
- Ambiente de ensino precário: prédios deteriorados afetam a qualidade da educação e a motivação da comunidade escolar.
- Desrespeito à lei: manter escolas funcionando sem AVCB é uma violação das normas de segurança pública.
Responsabilidade do Governo
- O Governo de São Paulo reconhece a necessidade das reformas, mas não apresenta prazo para conclusão.
- A lentidão no atendimento da decisão judicial demonstra falta de prioridade com a segurança da comunidade escolar.
- A ausência de cronograma claro gera insegurança e indignação entre pais e professores.
✊ Papel da Comunidade
- Cobrança ativa: pais e responsáveis devem pressionar autoridades para acelerar as obras.
- Fiscalização cidadã: acompanhar o andamento das reformas e exigir transparência nos investimentos.
- Defesa dos filhos: lembrar que são as crianças e adolescentes que estudam em prédios sem condições adequadas.
Conclusão
O caso das escolas estaduais em Marília é um retrato da negligência estrutural que se arrasta há anos. A Justiça já fez sua parte ao determinar urgência, mas o governo caminha a passos lentos. A comunidade precisa se mobilizar e cobrar soluções imediatas, pois não se trata apenas de burocracia, mas da vida e da segurança de milhares de estudantes.
Esse episódio reforça a importância de discutir segurança escolar e de exigir responsabilidade governamental frente ao sucateamento da rede pública.
Foto: Reprodução/TV Globo


