Da Redação do Portal GPN e Veículos Afiliados
O Brasil aproxima-se do momento mais dramático e decisivo de sua história contemporânea. O pleito eleitoral que se avizinha não é uma simples disputa entre partidos, nem um mero debate de preferências individuais por este ou aquele político. O que está em jogo nas urnas é a própria sobrevivência da democracia brasileira, da soberania nacional e do pacto civilizatório, ameaçados pela sombra de uma extrema-direita que flerta abertamente com preceitos nazifascistas e com a destruição do Estado Democrático de Direito.
Gostem ou não de determinados nomes da política, nutram por eles estimação ou ressalvas, o momento exige maturidade e responsabilidade histórica. É hora de erguer a bandeira do voto útil e consciente em defesa da Pátria, da cidadania e da liberdade humana, sob o risco de entregarmos o país a um regime de opressão que visa silenciar adversários, precarizar a vida e instaurar a barbárie.
PELA MEMÓRIA DAS VÍTIMAS E CONTRA A MERCANTILIZAÇÃO DA FÉ
Votar neste momento crucial é um ato de honra e de resgate social. É votar em memória de milhares de mulheres covardemente assassinadas pelo machismo e pelo feminicídio armado; é votar pelas famílias dizimadas pela miséria, pela fome e pelo abandono promovido por governos que priorizam a especulação e os privilégios das elites.
É, acima de tudo, dizer um basta definitivo à nefasta mercantilização da fé. A democracia não pode continuar refém de falsos profetas e negociantes do sagrado que prostituem o nome de Deus para impor a intolerância, aparelhar o Estado e perseguir minorias.
O LIVRO QUE EDIFICA OU A ARMA QUE MATA: A DECISÃO ESTÁ EM SUAS MÃOS
A encruzilhada diante do eleitorado é clara e sem meio-termo:
- O Caminho do Extremismo: A liberação irrestrita de armas de fogo, o fomento ao ódio entre irmãos, o desmantelamento da saúde pública e da educação, e a retórica autoritária que constrói inimigos imaginários e projeta simbolicamente “câmaras de gás” para dizimar opositores e minorias.
- O Caminho da Civilidade: A garantia de estabilidade econômica, o investimento pesado em escolas e universidades, a promoção de um SUS forte e a construção de uma sólida cultura de paz, onde o diálogo substitui o gatilho e a inclusão social substitui o preconceito.
SALVAR O BRASIL É UM DEVER DE CIDADANIA
Não há espaço para omissão ou neutralidade quando o futuro de gerações inteiras está sob ameaça. A eleição será decidida pelo seu voto. Cabe a cada brasileiro e brasileira escolher entre a arma que mata, destrói famílias e sangra o país, ou o livro que liberta, educa e constrói uma nação soberana, próspera e justa.
Pela vida, pela saúde, pela educação sem sobressaltos e pela paz entre os homens: salvemos a democracia brasileira antes que seja tarde demais!


