A Emdurb confirmou que não haverá retorno da Legião Mirim na operação da Zona Azul em Marília. A decisão foi tomada por motivos financeiros: segundo a empresa, o modelo anterior não trazia retorno econômico suficiente para atender às demandas do sistema de estacionamento rotativo da cidade.
Motivo da decisão
- Questão financeira: A Emdurb (Empresa de Desenvolvimento Urbano de Marília) afirmou que o trabalho da Legião Mirim não gerava o retorno esperado em relação aos custos operacionais.
- Eficiência operacional: A empresa busca um modelo mais sustentável e automatizado para a Zona Azul, priorizando o uso de aplicativos e sistemas digitais.
- Sem previsão de retomada: A gestão atual descartou qualquer possibilidade de recontratar a Legião Mirim para essa função.
Contexto local
- Zona Azul de Marília: Sistema de estacionamento rotativo pago, administrado pela Emdurb, com cobrança via aplicativo e pontos físicos.
- Legião Mirim: Entidade tradicional que, por décadas, empregou jovens aprendizes em atividades de controle e fiscalização da Zona Azul.
- Impacto social: A saída da Legião Mirim representa perda de oportunidades de trabalho e formação para adolescentes, além de reduzir o contato humano no serviço.
Alternativas em estudo
- Digitalização total: A Emdurb aposta em ampliar o uso de aplicativos para compra de créditos e fiscalização eletrônica.
- Redução de custos: O objetivo é manter o equilíbrio financeiro do sistema sem depender de mão de obra presencial.
- Parcerias privadas: Há possibilidade de novos contratos com empresas especializadas em gestão de estacionamento urbano.
Repercussão
- Críticas sociais: Parte da população e ex-integrantes da Legião Mirim lamentam o fim da parceria, destacando o papel educativo e social da instituição.
- Apoio técnico: Setores da administração defendem a medida como necessária para modernizar o serviço e reduzir despesas públicas.


