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A Justiça Estadual converteu em prisão preventiva a autuação do empresário Pedro Câmara Gurgel Gadelha, de 29 anos, acusado de violentar a própria esposa em um imóvel localizado na região da Lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta, na Grande Natal. O suspeito foi interceptado e preso em flagrante por patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) enquanto trafegava pela BR-101 após fugir do local das agressões.
A abordagem policial ocorreu por volta das 20h15 de sábado. Encaminhado à Delegacia de Plantão da Zona Sul, em Natal, o acusado foi enquadrado com base nos rigorosos dispositivos da Lei Maria da Penha. Em audiência de custódia realizada no domingo, o Poder Judiciário manteve a detenção e decretou a custódia preventiva do agressor.
Histórico de Incidentes e Situação Processual
Além do flagrante por violência doméstica e familiar contra a mulher, levantamentos no sistema do Processo Judicial eletrônico (PJe) revelam um histórico que compromete a conduta do empresário.
- Acusações Anteriores: Registros no PJe apontam que o investigado já respondeu a processos e ações por crimes de desacato, anatocismo (cobrança ilícita de juros sobre juros) e outros episódios de violência doméstica.
- Posição da Justiça: A manutenção da prisão preventiva visa garantir a ordem pública e assegurar a integridade física e emocional da vítima.
- Encaminhamento Prisional: O investigado permanece sob custódia do sistema prisional à disposição do Poder Judiciário.
A defesa da vítima emitiu nota reforçando que acompanha os desdobramentos legais para garantir o acolhimento necessário e a punição rigorosa do acusado.
Da Redação do Portal GPN com 98 FM


