Com estruturas mais complexas que as pequenas empresas e menos burocráticas que as grandes corporações, empresas médias estão em posição privilegiada para capturar ganhos de produtividade, reduzir custos e acelerar o crescimento ao implementar novas tecnologias
Durante muito tempo, a adoção de tecnologias avançadas esteve associada às grandes corporações. A Inteligência Artificial (IA), no entanto, está mudando essa lógica. O time de especialistas da QYON Software – empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares de gestão com IA – aponta que as empresas de médio porte devem ser as mais beneficiadas pela nova onda tecnológica, justamente por ocuparem uma posição estratégica entre a agilidade das pequenas empresas e a escala das grandes organizações.
Esse movimento já pode ser observado nos números. Estudo da Deloitte mostra que as empresas médias vêm acelerando seus investimentos em IA e, em muitos casos, avançam mais do que grandes corporações na implementação de soluções baseadas em nuvem, machine learning e automação inteligente. Segundo o levantamento, 80% das empresas médias pretendem aumentar seus investimentos em IA, percentual superior ao registrado entre grandes organizações.
Para Mauricio Frizzarin, fundador e CEO da QYON Software, a explicação está na combinação entre necessidade operacional e capacidade de adaptação. “As empresas médias estão em um momento importante de crescimento. Elas já possuem operações relativamente complexas, múltiplos departamentos, volumes significativos de dados e ainda têm velocidade para implementar mudanças. Isso faz com que consigam capturar valor da IA mais rápido do que muitas das grandes corporações”, analisa.
À medida que crescem, as empresas médias enfrentam um problema comum: o aumento da complexidade operacional. Processos financeiros, fiscais, comerciais, administrativos e de atendimento passam a demandar mais pessoas, mais controle e mais tempo de gestão. Em muitos casos, o crescimento da estrutura ocorre em ritmo semelhante ao crescimento da receita, reduzindo ganhos de eficiência. É justamente nesse ponto que a Inteligência Artificial tem demonstrado maior impacto. Afinal, a automação de processos administrativos, financeiros e operacionais permite eliminar tarefas repetitivas, reduzir retrabalho, integrar informações e aumentar significativamente a produtividade das equipes.
“Empresas que implementam IA em processos administrativos registram reduções de custos que variam entre 15% e 30%, além de ganhos relevantes de produtividade e velocidade na tomada de decisão”, destaca Frizzarin. Por isso, na avaliação do especialista, o maior benefício da IA para empresas médias não está apenas na economia financeira, mas na possibilidade de que gestores e colaboradores dediquem esforços a iniciativas estratégicas. “A IA não está apenas automatizando tarefas, mas devolvendo tempo para que empresários e gestores foquem em inovação, crescimento, relacionamento com clientes e planejamento estratégico”, afirma o executivo.
O CEO da QYON Software aponta que uma das tendências mais promissoras para os próximos anos é o avanço dos chamados ‘agentes de IA’, sistemas capazes de executar tarefas, interagir com usuários, analisar informações e apoiar decisões de forma contínua. Inclusive, uma pesquisa global feita pela McKinsey mostra que 62% das organizações já avaliam o uso de agentes inteligentes em suas operações e 64% das empresas afirmam que a IA já contribui diretamente para iniciativas de inovação.
Na prática, esses agentes podem atuar como: assistentes administrativos, analistas financeiros, conciliadores bancários, atendentes digitais, agentes de cobrança, etc. A expectativa é que esse modelo transforme profundamente a forma como empresas organizam suas operações.
A tendência é que a Inteligência Artificial se torne um componente essencial da gestão empresarial nos próximos anos. Para Frizzarin, o cenário aponta para uma mudança estrutural no ambiente corporativo. “As empresas médias têm uma oportunidade única de dar um salto de eficiência. A IA permite crescer sem aumentar proporcionalmente os custos e a estrutura operacional. Quem aproveitar esse momento terá uma vantagem competitiva importante nos próximos anos”, afirma o executivo.
Segundo o especialista, a próxima fase da transformação digital será marcada por organizações híbridas, nas quais profissionais humanos atuarão de forma cada vez mais estratégica, enquanto agentes inteligentes assumirão parte significativa das tarefas operacionais. “O futuro não será das empresas que trabalham mais, mas daquelas que conseguem produzir mais valor com menos esforço operacional”, finaliza Mauricio Frizzarin, fundador e CEO da QYON Software.
Mais sobre a QYON Software:
Criada no início de 2020, a QYON Software foi fundada nos Estados Unidos, por Mauricio Frizzarin, profissional reconhecido no mercado brasileiro por ter criado, aos 17 anos, nos idos da década de 1990, a Folhamatic – empresa que revolucionou o setor contábil ao automatizar os processos de criação, administração e controle da folha de pagamento de forma fácil e rápida. A QYON Software tem como público-alvo os escritórios de contabilidade e amplia o leque para as empresas clientes dessas companhias do segmento contábil. A empresa entrega a esses dois públicos um sistema completo e totalmente integrado, baseado em Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data, com todas as soluções para as boas práticas de gestão e cumprimento das obrigações fiscais seguindo as exigências do governo brasileiro. Além do Brasil, a Qyon Software já oferece soluções similares a empresas do Reino Unido e prepara o lançamento do seu ecossistema também nos Estados Unidos.
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