EXCLUSIVO| O BOICOTE AO FUTURO DOS JOVENS MARILIENSES — COMO A SOBERBA POLÍTICA TIROU O INSTITUTO FEDERAL DE MARÍLIA

Compartilhe:
A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: Captura-de-tela-2026-03-26-215108.png

Foto-Legenda→ Comitiva de lideranças marilienses esteve em São Paulo, na Reitoria do Instituto Federal de São Paulo, buscando a realização desse sonho para a juventude mariliense, que restrou frustrado por inépcia, soberba e descaso da classe política local, que retira assim o futuro certo e garantido dos estudantes da cidade e região.

Faça-se justiça: lideranças do PT como o professor Emerson da Silva dos Santos, além do ex-deputado Abelardo Camarinha, da vereadora Fabiana Camarinha e os deputados Emidio de Souza e Arlindo Chinaglia, estes atores políticos bravamente lutaram para que a reivindicação da comunidade fosse acolhida, bem como as lideranças do Lions, Luciana Pizzoni, Marco Zaparolli e Leonildo Lenhardt.

Porém, faltou um apoio e esse foi decisivo por tornar o sonho praticamente concreto, uma ilusão. Infelizmente, quem tinha o poder da caneta se isolou, foi contrário à instalação do Instituto Federal de Marília e olhou mais para seus interesses do que para a realidade que estava tão próxima de se concretizar. Pais, seus filhos perderam um grande futuro. Agora, cobre de quem assim agiu em interesse contrário à luta das nossas lideranças.

DA REDAÇÃO DO PORTAL GPN 📰🌐

Enquanto o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva avança com a histórica expansão da Rede Federal de Educação, autorizando a instalação de 12 novos Institutos Federais (IFs) no estado de São Paulo, Marília assiste, do acostamento, o progresso passar para cidades vizinhas. O sentimento que ecoa hoje no município não é de derrota nas urnas, mas de indignação por um “golpe” desferido pela própria classe política local contra a juventude mariliense.

Onde já se viu uma cidade com projeto pré-aprovado, perícia realizada no prédio (que seria cedido sem custos pela Legião Mirim/Lions) e visitas oficiais à reitoria em São Paulo, ser simplesmente descartada por pura desídia e interesses pessoais?

1. O TEATRO DO DESCASO: QUANDO O PRIVADO ATROPELA O PÚBLICO

Os fatos são estarrecedores. Todos os esforços técnicos foram empreendidos: houve articulação, houve inspeção técnica e houve o sinal verde do governo federal. No entanto, o “boicote” operado nos bastidores por lideranças que priorizam alter-egos e disputas paroquiais em detrimento do bem comum jogou Marília no ostracismo educacional.

  • Oportunidade Perdida: Enquanto cidades como Ribeirão Preto, Santos, Osasco e até municípios de menor porte celebram a chegada de milhares de vagas gratuitas e qualificadas, Marília chora a perda de um campus que seria o motor da inovação regional.
  • A Soberba como Barreira: A classe política local, imersa em uma bolha de interesses próprios, parece ter trabalhado ativamente contra a conquista. O motivo? O temor de que a paternidade da obra não fosse sua ou a pura negligência com o futuro de quem não vota ou não financia campanhas.

2. A JUVENTUDE CONDENADA AO ANACRONISMO

A não instalação do Instituto Federal em Marília não é apenas uma “obra a menos”. É um crime contra a humanidade local. Estamos falando de retirar de circulação cursos técnicos, superiores e de tecnologia que garantiriam empregos de alta remuneração para os filhos dos trabalhadores do Nova Marília, da Vila Barros e de todos os quadrantes da cidade.

Ao boicotar o IFSP, a classe política condena a juventude mariliense ao anacronismo — a viver fora do seu tempo, sem as ferramentas necessárias para competir em um mercado globalizado. Enquanto os líderes locais vivem de aparências e fotos em redes sociais, nossos jovens perdem o direito de estudar com a excelência federal dentro de sua própria casa.

3. MARÍLIA NÃO É CURRAL ELEITORAL!

Não aceitaremos que o futuro de 240 mil habitantes seja jogado no lixo por picuinhas de gabinete. É um escárnio que, com o governo federal de portas abertas para investir na educação técnica, a “soberba” local feche as janelas da cidade.

O ostracismo é o destino de cidades que não investem em gente. Marília está sendo empurrada para esse abismo por mãos conhecidas com interesses desconhecidos. A população precisa identificar quem são os algozes que trabalharam contra essa conquista e dar a resposta à altura.


💬 OPINIÃO & DEBATE: Até quando vamos permitir que “interesses pessoais” de políticos tirem insitituições educacionais federais de altíssimo nível e gratuitas dos nossos filhos? Você sabia que o prédio já estava periciado e pronto para receber o Instituto? Quem ganha com o atraso de Marília?

📌 GPN: A voz que não se cala diante da traição contra o povo.

Prints destacando a luta das lideranças locais para a criação do Instituto Federal de Marília que não logrou êxito.


Perito Engenheiro e o Diretor de Expansão do Instituto Federal, ao centro, o professor Emerson, um dos idealizadores da reivindicação, estiveram em Marília com a finalidade de tornar um sonho, realidade, que por má vontade política local, não se concretizou, frustrando milhares de jovens da cidade e região.

Entenda a luta pela vinda do IFSP

Este vídeo detalha o anúncio do governo federal e a importância estratégica das novas unidades no estado de São Paulo, evidenciando o tamanho da oportunidade que Marília deixou escapar.

Outras Notícias

Domínio Global Consultoria Web