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Da Redação do Portal GPN
DOR E INDIGNAÇÃO: População de Ourinhos exige respostas após corpo de moradora ser encontrado em águas de rio
A angústia que consumia a cidade de Ourinhos desmoronou em um cenário de horror, dor e profunda indignação nacional. Chegou ao fim, da maneira mais devastadora possível, a busca desesperada por Lucineide de Oliveira, a querida “Neide”, de 54 anos. Na manhã desta quinta-feira (11), mergulhadores do Corpo de Bombeiros localizaram o corpo da mulher boiando nas águas do Rio Paranapanema, após seis dias de um desaparecimento cercado de mistérios. A tragédia joga luz, mais uma vez, sobre a urgência inadiável de combater e investigar com rigor absoluto as mortes violentas de mulheres, cujas vidas continuam sendo ceifadas em uma epidemia silenciosa e inaceitável de violência de gênero.
CHEGA DE BARBÁRIE! Desaparecida há 6 dias, Neide é achada morta em rio e Ourinhos clama por justiça
Neide havia sumido do mapa na noite de sexta-feira (5), após sair de sua residência no bairro Pacaembu. O sumiço imediato acendeu o sinal de alerta dos familiares: ela deixou a casa sem levar o telefone celular, um comportamento completamente atípico que denuncia que algo muito grave e sombrio aconteceu naquela noite. A partir dali, iniciou-se uma mobilização frenética que uniu parentes, amigos, moradores e as forças de segurança. A Polícia Civil entrou no caso, rastreou imagens de câmeras de monitoramento e cravou a última aparição de Neide nas proximidades da ponte que divide os estados de São Paulo e Paraná — um local que virou o epicentro das buscas da Defesa Civil e dos Bombeiros.
FIM DO MISTÉRIO, INÍCIO DA REVOLTA: Corpo de mulher de 54 anos é resgatado e polícia investiga crime em Ourinhos
Com a localização do corpo, a calmaria das águas dá lugar a uma tempestade de cobranças. A ocorrência foi repassada para a delegacia especializada, e as autoridades agora aguardam os laudos periciais e exames necroscópicos para desvendar as reais e exatas circunstâncias da morte. A sociedade exige que nenhuma hipótese seja descartada: o fantasma do feminicídio ronda cada mulher que desaparece no Brasil e termina morta em rios ou matagais. Tratar casos como este com mera passividade é fechar os olhos para a violência que mutila famílias diariamente. Ourinhos não quer apenas lamentar a perda; Ourinhos exige saber quem tirou a vida de Neide!
MORTA NO PARANAPANEMA: Tragédia com Lucineide de Oliveira acende alerta contra o feminicídio na divisa de SP e PR
O Portal GPN manifesta seu mais profundo pesar e solidariedade à família destruída por essa perda irreparável. A morte de Lucineide de Oliveira não pode se transformar em apenas mais uma estatística fria nos boletins de ocorrência. Cada vida feminina arrancada de nós é um soco no estômago da democracia e da justiça. Que a Polícia Civil atue com punhos de aço nesta investigação para que, se comprovado o crime, o culpado enfrente a força máxima da lei. Chega de impunidade, chega de silêncio: o grito por Justiça por Neide ecoa agora em todo o interior paulista!


