Da Redação do Portal GPN
Uma trama diabólica, movida pelo ódio cego e por uma crueldade de gelar o sangue, estarreceu o interior capixaba e deixou a população de Cachoeiro de Itapemirim em estado de absoluto choque. A jovem Juliana Paulo Pinto, de apenas 29 anos e em pleno estado gestacional — carregando no ventre a promessa de uma nova vida —, foi vítima de uma emboscada sórdida e cruenta, orquestrada por quem um dia jurou proteção.
O cenário encontrado pelos investigadores da Polícia Civil na última quarta-feira (14/10), na região de Monte Líbano, parecia tirado das páginas mais sombrias de um romance policial macabro. O corpo da gestante foi achado esquartejado, mútilado e brutalmente carbonizado. Ao lado dos restos mortais, como tristes testemunhas do horror, jaziam um galão de combustível ainda cheirando a queimado e uma simples sandália usada por Juliana antes de ser arrastada para o abismo.
A TRAMA MACABRA: DO DESAPARECIMENTO À CONFISSÃO FRIALDE
O pesadelo começou na segunda-feira (12/10), quando o atual companheiro de Juliana compareceu desesperado à delegacia para registrar o seu desaparecimento. A jovem havia saído de casa acompanhada do filho de 11 anos e simplesmente evaporou sem deixar rastros. A partir daquele momento, os agentes da Polícia Civil iniciaram uma caçada incessante aos fatos.
A chave para desvendar a monstruosidade veio do olho de vidro das câmeras de segurança. As imagens de um posto de combustíveis capturaram o veículo dos suspeitos parando na calada da noite para abastecer o galão que mais tarde seria usado no ritual de barbárie. O rastro do carro levou a polícia diretamente até o ex-companheiro da vítima, Diego Marques Alves, e sua atual noiva, Geovana Maria Vieira.
Sem saída diante do cerco policial, Diego acabou confessando o crime hediondo. Com uma frieza de assustar até os policiais mais vividos, o assassino alegou que murchou a vida de Juliana e do próprio filho que ela gerava por conta de vingança, desentendimentos banais e pendências judiciais do passado.
CADEIA PARA OS MONSTROS: A RESPOSTA DA JUSTIÇA
O casal da morte não teve para onde correr. Diego e Geovana foram autuados em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e despachados sem escalas para o xadrez do sistema prisional, onde permanecem trancafiados e à disposição do Poder Judiciário.
A sociedade capixaba e os defensores da vida exigem a pena máxima para essa dupla diabólica. Não há perdão nem atenuantes para a perversidade que esquartejou uma mãe grávida e tentou apagar com fogo as marcas de um crime que ecoará por muito tempo na memória do povo!


