A edição 52 da Revista Liberta, disponível neste sábado (12), tira a máscara que parece encobrir a atuação do ministro André Mendonça e analisa a recente crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
A coluna de Juca Kfouri recorre à Operação Lava Jato e à atuação do ex-juiz Sérgio Moro e do então procurador Deltan Dallagnol para traçar um paralelo com a estratégia recente de Mendonça. Afinal, o que acontece quando a justiça se confunde com justiçamento? Já Luciana Bauer analisa as lições que a Holanda pós-nazismo pode oferecer para a consolidação da nossa democracia.
Se, na canção de Renato Russo, João de Santo Cristo e Jeremias protagonizam um duelo, a coluna de Luís Costa Pinto usa a música Faroeste Caboclo como metáfora para o embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça em meio à crise no STF. Já a coluna de Mayra Goulart analisa outro aspecto da crise: tendo Moraes como inimigo comum, pessoas que antes estavam distantes estão cada vez mais próximas.
Avanço do autoritarismo: o objetivo e o método
João Cezar de Castro Rocha analisa o legado da ditadura de Augusto Pinochet no Chile dos anos 1970 como um guia para compreender o avanço da extrema direita em todo o mundo. Um legado de destruição de garantias de direitos sociais, privatização irrestrita e supressão radical dos direitos trabalhistas. Seria uma pinochetização do mundo possível?
Se Pinochet é o objetivo, a tática do ditador salvadorenho Nayib Bukele parece servir como método. E é esse o alerta da coluna de Gabriela Varella na edição 52 da Revista Liberta. A recente crise no Supremo e o objetivo declarado da extrema direita de conquistar a nomeação de novos membros da Suprema Corte parecem relembrar — e muito — a estratégia de Bukele: usar o Congresso para derrubar ministros e o poder para nomear aliados.
A Revista Liberta deste sábado também traz a coluna de Jamil Chade, que explica como militares e empresários agiram para impedir que Dom Helder Câmara recebesse um Nobel da Paz em plena ditadura militar no Brasil. Veja também as colunas de Reserva Exclusiva, Leonardo Boff, Paulo César Teixeira e Adriana Ferreira Silva, além da charge de Mau. A arte de capa é do cartunista Aroeira. Parte do conteúdo também está disponível para não assinantes.
Um ano de Revista Liberta
Neste sábado, a Revista Liberta celebra um ano de matérias aprofundadas, pensamento crítico e muito jornalismo independente. São 12 meses de dedicação ao debate público, análise rigorosa dos fatos e defesa da democracia.
Mais do que acompanhar os acontecimentos, a Revista Liberta oferece contexto, questiona versões convenientes e amplia o debate público com informação e análise rigorosa. Assim, você fica sabendo dos bastidores que a grande mídia não mostra e dos interesses por trás de cada movimento.
Fonte: ICL Notícias


