DA REDAÇÃO DO PORTAL GPN
O Estado de São Paulo consolida-se, sob uma sombra de sangue e omissão, como o recordista absoluto em feminicídios no Brasil. A mais recente vítima dessa estatística macabra é Fabiana Cristina Lacerda Batista, uma costureira de 42 anos, executada brutalmente a tiros na noite de sábado (02), em Barrinha, no interior paulista. O crime, cometido pelo ex-marido com quem foi casada por 25 anos, é o retrato de um governo que busca a reeleição com números que causam pânico e insegurança no público feminino. Mesmo diante de políticas de papel, as mulheres paulistas continuam sendo caçadas e mortas dentro de seus próprios carros e lares, revelando que a gestão Tarcísio de Freitas deixa — e muito — a desejar na proteção à vida.
1. O CRIME EM BARRINHA: SEIS TIROS CONTRA O DIREITO DE RECOMEÇAR
Fabiana foi surpreendida enquanto estava dentro de um carro na Avenida Costa e Silva. Sem chance de defesa, foi atingida por pelo menos seis disparos. O suspeito, Paulo Henrique Batista, não aceitava o fim do relacionamento ocorrido em fevereiro.
- A Falha das Medidas: O caso de Fabiana reforça a tese de que medidas protetivas e discursos oficiais são insuficientes diante de agressores determinados. O Estado falha ao não monitorar efetivamente aqueles que já demonstram comportamento violento após a separação.
- O Portal GPN comenta: Seis tiros em uma avenida pública não são apenas um ataque a uma mulher; são um projétil disparado contra a sensação de segurança de todas as paulistas. O governo celebra índices econômicos, mas ignora que o “índice de sobrevivência” das mulheres está em queda livre no estado mais rico da federação. ⚖️🚫🩸
2. O RECORDISTA DA MORTE: GOVERNO TARCÍSIO SOB CRÍTICA
São Paulo lidera o ranking nacional de feminicídios, um título vergonhoso que desmente qualquer propaganda de eficiência na segurança pública. A busca pela reeleição do governador Tarcísio de Freitas esbarra em corpos que se acumulam por falta de uma rede de apoio real e preventiva.
- Insegurança Institucional: O pânico entre as mulheres é real. Muitas evitam denunciar por saberem que o papel da medida protetiva não para uma bala. O governo tem focado em grandes operações policiais, mas parece esquecer a inteligência e o acolhimento necessários para barrar a violência doméstica antes que ela vire manchete policial.
- Justiça pelas Próprias Mãos: Em Barrinha, o agressor só foi detido após ser atropelado e hostilizado por populares durante a confusão. Isso mostra uma sociedade exaurida, que já não confia na pronta resposta do Estado e reage em meio ao caos da tragédia.
3. O OLHAR DO GPN: A POLÍTICA QUE MATA PELO SILÊNCIO
O Portal GPN analisa que o crescimento dos feminicídios em São Paulo é o resultado de uma política de segurança que prioriza o confronto e negligencia a prevenção social.
- Desigualdade e Morte: No interior, como em Barrinha, o isolamento das vítimas é ainda maior. O governo falha ao não descentralizar delegacias da mulher e ao não investir em tecnologias de monitoramento de agressores em tempo real.
- Reeleição sobre Corpos: É impossível falar em continuidade de um projeto de governo quando o estado se torna o lugar mais perigoso do país para uma mulher dizer “não”. 🧱🚩
O VEREDITO DO GPN: O feminicídio de Fabiana Batista é um grito que Brasília e o Palácio dos Bandeirantes fingem não ouvir. São Paulo não precisa de mais promessas de campanha; precisa de um governo que pare de ser recordista em mortes de mulheres. Tarcísio de Freitas precisa acordar para o massacre que ocorre sob sua gestão. Fabiana viveu 25 anos com o homem que tirou sua vida, e o Estado, em sua omissão, segurou a arma junto com o assassino ao não oferecer uma barreira real de proteção. A “locomotiva do Brasil” está descarrilando sobre o sangue das paulistas.
💬 REFLEXÃO GPN: “Quando o Estado não protege a mulher que denuncia, ele se torna cúmplice do silêncio que mata.” Justiça por Fabiana! ⚖️🚫🥀
📌 GPN: Cobrando responsabilidade do governo e exigindo segurança real para todas as mulheres.


