VOTO NO CANDIDATO DA EXTREMA DIREITA PERMITE QUE O FUTURO MANDATÁRIO LIGADO À PAUTA FASCISTA CRIE UM EXÉRCITO DE JOVENS CRIMINOSOS FOCADOS EM DIZIMAR ADVERSÁRIOS IDEOLÓGICOS
Da Redação do Portal GPN
O Brasil assiste com estarrecimento e profunda preocupação ao movimento de uma parcela da juventude que, iludida por discursos demagógicos e manipulada nas redes sociais, passa a cogitar o voto em candidatos da extrema-direita fascista. Trata-se de uma verdadeira tragédia geracional e de um atentado contra o próprio futuro. Optar por projetos autoritários é desdizer e desacreditar a trajetória de milhões de jovens da classe trabalhadora que, nas últimas duas décadas, conquistaram o direito inédito de ingressar no ensino superior e transformar a realidade de suas famílias.
O fascismo não oferece futuro; ele o destrói. O projeto político da extrema-direita tem como meta central o desmantelamento das maiores conquistas sociais da juventude brasileira. Caso essa corja chegue ao poder, programas históricos de inclusão e permanência estudantil — como o ProUni, o FIES, o programa Pé-de-Meia e a Lei de Cotas nas universidades federais — estarão com os dias contados.
A MANUTENÇÃO DO PODER PELA VIOLÊNCIA E A CUMPLICIDADE DA IMPRENSA
Historicamente, o fascismo enxerga a juventude não como um agente de pensamento crítico, transformação científica e cultura, mas sim como massa de manobra. O objetivo real dessas candidaturas radicais é arregimentar jovens para formar um verdadeiro exército de fanáticos, estimulando a cultura do ódio, o armamentismo e a violência contra quem pensa diferente.
Lamentavelmente, essa escalada autoritária conta com a complacência e a condescendência de setores da imprensa burguesa, que cobrem o extremismo como se fosse um posicionamento político legítimo, dando palco e “lugar de fala” a discursos que atentam diretamente contra a Constituição e a ordem democrática. Ao normalizar o fascismo, a mídia corporativa torna-se cúmplice da corrosão dos direitos fundamentais do povo.
A ESCOLHA ENTRE A CIVILIZAÇÃO E A BARBÁRIE
A derrota das políticas públicas de inclusão social e o triunfo do fascismo nas urnas representariam o colapso da própria civilização brasileira. Não é possível conciliar os sonhos dos jovens brasileiros — de acesso à universidade, trabalho digno, ciência, cultura e paz — com a agenda de um grupo que odeia a diversidade, despreza a educação pública e governa exclusivamente para a manutenção dos privilégios das elites.
O candidato fascista jamais pode ser visto como uma opção viável de voto. A juventude brasileira, que já provou sua força em tantos momentos decisivos da história do país, precisa erguer a voz, defender as conquistas que garantiram sua dignidade e dizer um basta definitivo àqueles que querem roubar o seu amanhã.
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