A tirania do boicote e a farsa do “moleque fujão”: o crime de lesa-pátria da horda de propagadores de fake news contra comerciantes e profissionais liberais decentes e honestos

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A democracia e a livre iniciativa no Brasil enfrentam um dos seus episódios mais sórdidos. Mobilizados pela sanha destruidora de um candidato que se esconde da responsabilidade pública — o verdadeiro “moleque fujão” da política nacional —, bandos virtuais e militantes fanatizados desencadearam uma campanha vil de boicote, difamação e proliferação sistemática de fake news contra comerciantes locais, pequenos empresários e profissionais liberais decentes.

Tratam-se de homens e mulheres de bem, cidadãos que acordam antes do amanhecer para produzir, gerar empregos, sustentar suas famílias e manter a economia viva. Em contrapartida, o que recebem dessa horda desequilibrada é o linchamento virtual, o assassinato de reputações e a ordem expressa para que a população asfixie financeiramente seus estabelecimentos e serviços. Trata-se de um ato covarde, que atenta diretamente contra a ordem institucional, a livre concorrência e a paz pública.

Essa conduta não é mero ativismo político: é terrorismo econômico e psicológico. Espalhar mentiras deliberadas para destruir o ganha-pão de profissionais honestos configura crime e um claro atentado de lesa-pátria. Ao fomentar o ódio, o medo e o caos social para alimentar o projeto de poder de um líder sem projeto e sem coragem de encarar o debate de frente, esses grupos agem como verdadeiros psicopatas institucionais, cegos pelo furor ideológico e pela incapacidade de aceitar o contraditório.

A sociedade brasileira, ordeira e trabalhadora, não aceitará viver sob o clima de terror imposto por marginais da desinformação. O direito ao trabalho e à dignidade é sagrado e protegido pela Constituição Federal.

O Portal GPN defende com veemência que esses extremistas façam o único caminho reservado aos criminosos: a prestação de contas perante a Justiça. É urgente que os órgãos de segurança e o Poder Judiciário identifiquem, responsabilizem e entreguem à Polícia todos os operadores dessa engrenagem de ódio. O Brasil pertence ao povo que trabalha e produz, não à horda de fanáticos que tenta incendiar a nação.

Da Redação do Portal GPN

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