A PAZ ACABOU! Três meses após o ataque a tiros que aterrorizou o Acre e deixou marcas profundas na comunidade escolar, o tradicional Instituto São José, em Cruzeiro do Sul, sucumbiu ao medo e tomou uma medida drástica e desesperada: a instalação de detectores de metais na entrada da instituição.
A cena, digna de um presídio de segurança máxima ou de um aeroporto internacional, agora faz parte da rotina de crianças e adolescentes. O clima de tensão e insegurança é palpável. Onde antes reinava o som de risadas e o aprendizado, agora impera o silêncio opressor e a vigilância constante.
A ESCOLA COMO FORTALEZA: O CUSTO DA VIOLÊNCIA
A decisão de transformar a escola em uma verdadeira fortaleza reflete o fracasso do Estado em garantir a segurança pública e o pânico generalizado que se instalou na sociedade. A instalação dos detectores de metais não é apenas uma medida de segurança, é uma confissão de derrota. É a prova de que o crime venceu e que o direito fundamental à educação está sendo violentado pelo medo.
O QUE ESPERAR AGORA? A comunidade escolar está chocada e indignada. Pais, alunos e professores se perguntam: até quando viveremos sob o regime do medo? A escola, que deveria ser um local de acolhimento e liberdade, transformou-se em um muro de lamentações e paranoia.
O RETORNO DO TRAUMA: A FERIDA QUE NÃO CICATRIZA
O anúncio da instalação dos detectores de metais reabre a ferida traumática do ataque a tiros. As lembranças do horror e do pânico voltam a assombrar os alunos, professores e funcionários do Instituto São José. A medida, em vez de trazer segurança, intensifica o trauma e a sensação de vulnerabilidade.
O ESTADO É CÚMPLICE! A falta de políticas públicas eficientes no combate à violência e à proliferação de armas de fogo no Acre é a causa principal dessa tragédia. O governo do estado tem as mãos sujas de sangue e é cúmplice do medo que assola a comunidade escolar.
A ESCOLA ACABOU! O Instituto São José, outrora um símbolo de educação e esperança, transformou-se em um sepulcro de sonhos. A alegria de aprender foi substituída pelo silêncio do medo. O futuro do Acre está sendo enterrado pela violência.

fonte: contilnetnoticias.com.br


